Companhias precisam dar mais atenção às estratégias de comunicação

Profissional de RI deve estar apto a agir em momentos de crise

Os ciclos econômicos estão cada vez mais curtos, e isso faz com que o período entre o nascimento e o declínio de uma empresa também seja mais curto a cada década. “Tudo sugere que esse movimento deva continuar nos próximos anos ou décadas, por conta da tecnologia, que tem provocado transformações e discussões cada vez intensas, e da sociedade, que tem mudado com uma velocidade muito grande. Isso faz, por consequência, com que as empresas tenham dificuldade de adaptação frente a esse novo cenário”, afirmou Diego Barreto, diretor financeiro da Suzano de Papel e Celulose, na abertura do painel Comunicação Estratégica e o papel do profissional de RI, durante o 18º Encontro Nacional de Relação com Investidores e Mercado de Capitais, realizado em junho.

Esse aspecto é interessante quando se discute estratégia, uma vez que as empresas ainda tendem a ignorar a discussão da crise durante tal processo. “Você assume que uma disrupção no seu modelo de negócio pode acontecer, mas você se esquece de assumir a discussão de crise. Existe um atraso considerável dos executivos e dos acionistas das companhias em relação à identificação desse aspecto”, ponderou Barreto.

Para ilustrar sua fala e ressaltar a necessidade de uma mudança urgente de mentalidade por parte dos executivos das companhias, o diretor da Suzano citou um caso vivenciado por ele há alguns anos: “Na minha carreira, tive a oportunidade de ter algumas experiências relacionadas a crises, e em uma delas abordamos um acionista para poder entender quanto tempo um determinado evento demoraria para desaparecer. Nós o consultamos porque ele tinha décadas na indústria e esse feeling é importante. Sua resposta foi ‘duas ou três semanas até as coisas se normalizarem’; no entanto, o assunto rendeu por anos e a empresa entrou em recuperação judicial. Isso indica que o comportamento humano ainda é muito pouco percebido por quem fazer gestão de risco e mostra que há dificuldade em se reagir a isso”, alertou.

.facebook_1467858101193

Caio Túlio Costa, Diego Barreto e Roger Oey

 

“Matar” o velho modelo de negócio

Para o jornalista e ex-ombudsman Caio Túlio Costa, tudo está em crise. “O Brasil está vivendo uma crise política, econômica, social e moral. Temos disrupções acontecendo em praticamente todos os setores, de uma maneira ou de outra. Temos disrupções visíveis, como a que o Uber traz ao mercado taxista; que o WhatsApp traz para o setor de telefonia; que uma operação por angioplastia traz para o mercado da medicina em relação ao bisturi. Também temos disrupções menos visíveis, mas ainda assim impactantes, como a passagem da era agrícola para uma era digital, e essa transformação é um dos elementos fundadores da crise”, ele afirmou.

Segundo Costa, as companhias, independentemente de seu segmento, que não quiserem sucumbir ao novo mercado que está nascendo terão a missão de “matar” seu atual modelo negócio e recriá-lo, alinhando-o às novas necessidades e demandas do mercado e da sociedade. “Estamos vendo isso acontecer na indústria de comunicação. Se os meios de comunicação não estiverem dispostos a criar um novo modelo de negócio para substituir o atual, eles estarão fadados ao fracasso, pois a ‘cabeça’ das pessoas mudou. Não se pode manter o status quo”, assegurou.

Do analógico para o digital

Além da crise já mencionada, vive-se ainda uma crise geracional, que tem relação com a forma geral de apreensão do conhecimento, até pouco tempo atrás basicamente calcada nos livros. Hoje, o conhecimento vem de diversas fontes, como música, internet, cinema, games, teatro, Netflix, entre outros, e não está restrita apenas à relação texto-imagem.

Quem está no comando das empresas hoje em dia, em grande medida, pertence a uma geração um pouco mais velha e, portanto, analógica. Isso tende a inibir a leitura do que está acontecendo. “É essencial que essa geração aprenda essa nova forma de adquirir conhecimentos e também de interagir com a nova geração, já familiarizada com esses recursos. Também é necessário compreender que quem é analógico não será digital, por uma série de fatores comportamentais, mas pode – e deve – ser um meio-termo”, advertiu o jornalista.

De acordo com Barreto, do ponto de vista corporativo, ainda há preconceito com as mídias sociais, por exemplo. “As empresas precisam compreender que a exposição é relevante e impacta quem tem acesso a esses meios. Essa exposição, no entanto, exige sabedoria para quem se expõe, além de uma nova percepção do mundo e de como essa ferramenta é ‘poderosa’”.

Necessidade de mudanças no mundo corporativo

Segundo Roger Oey, especialista sênior em Renda Variável da Bloomberg, o mundo evoluiu muito nos últimos anos, mas no âmbito corporativo “a sensação é de que estamos vivendo em modo analógico, uma vez que os processos ainda são arcaicos”.

Ele comentou que temos à disposição diversos aplicativos e modernidades, mas quase nada disso é, de fato, aplicado no dia a dia profissional. Um exemplo disso, destacou Oey, é a utilização dos aplicativos Word e Excel, da Microsoft, há mais de duas décadas.

Erros na gestão de crise

Um aspecto que demanda atenção e mudanças urgentes no tocante à gestão de crise é a preparação para eventuais situações. Apesar de se falar tanto neste tipo de gerenciamento, os palestrantes deixaram claro que ainda existe muita falha quanto a isso. “Em momentos de crise, não adianta reagir se você não estiver preparado”, garantiu Oey.

A governança corporativa é outro aspecto que se apresenta como crítico, uma vez que empresas fechadas, grosso modo, não tem o mesmo cuidado com esta questão que uma companhia aberta, que deve prestar conta de suas ações.

“Como diria Shakespeare em Hamlet, ‘estar preparado é tudo’. Em outras palavras, isso significa que cada ação deve ser fruto de planejamento com fim específico. É preciso que se faça um exercício para visualizar de onde pode vir a crise, que se esteja preparado para o que virá – independentemente do que virá –, saber o que se deve ou não fazer em período de crise”, afirmou Caio Túlio Costa.

De acordo com os palestrantes, estar preparado é listar as possibilidades de erros e de problemas que podem vir tanto do mercado quanto de seus concorrentes, de modo a ter condições de lidar com essas situações com segurança. Também é saber a quem se pode recorrer, como auditores e consultores, por exemplo, que possam ajudar no processo de gerenciamento de crise. “Trata-se de normatizar os procedimentos”, resumiu Costa.

Como agir em momentos de crises
  • O profissional de RI deve ter papel relevante nesse processo, não se limitado à comunicação com investidores. Ele deve estar apto a planejar o passo a passo em casos de crise.
  • Os comunicados por escritos tendem a ser impessoais, portanto, é preciso demonstrar humanidade e simpatia em relação aos seus públicos.
  • É necessário acalmar os investidores, mas sempre com empatia, de modo a não gerar reações contrárias por parte da mídia e da sociedade.
  • Jamais minimizar os problemas e o impacto negativo que ele pode trazer à sociedade. O efeito dessa ação pode ser ainda mais grave para a companhia.
  • Nunca mentir sobre o ocorrido.
  • É preciso ter habilidade para lidar com problemas; jamais se esconder e evitar falar a respeito, mas também não se manifestar sem que haja uma estratégia desenvolvida.
  • A comunicação deve ser sempre ajustada ao perfil dos clientes, de modo a evitar ruídos e desentendimentos.

 

Por Paula Craveiro

Crise, corrupção e a necessidade de atitudes éticas na condução dos negócios

.facebook_1467857657436

Deltan Dallagnol

Como seria o mundo se você não existisse? Um lugar melhor ou um lugar pior? Com estes dois questionamentos, Deltan Dallagnol, procurador da República e coordenador da Força-Tarefa da operação Lava Jato em Curitiba (PR), iniciou sua palestra no segundo dia do 18º Encontro Nacional de RI e Mercado de Capitais. “Falar sobre ética nos negócios é falar sobre como seriam as coisas se você ou eu não existíssemos. Se vocês não existissem, também não existiriam profissionais responsáveis por uma atividade econômica que gera milhares, quiçá milhões, de empregos no Brasil”.

Para o procurador, ética e lucro nos negócios não são itens excludentes. Ao contrário, ambos podem muito bem convergir, desde que sejam respeitados limites éticos para a obtenção desse lucro. “Existe uma clara relação entre índices de corrupção × índices de desenvolvimento humano (IDH) e social. Os países com menos corrupção são aqueles que apresentam os melhores índices de saúde, educação e renda per capita. Isso significa que quanto menos corrupção houver, melhores serão as condições econômicas do país”, destacou Dallagnol.

Quando se relaciona corrupção × competitividade das empresas de um determinado país no cenário global, quanto menos corrupto ele é, mais competitivas serão as suas empresas no cenário global. Isso é claro, porque a corrupção incrementa os riscos, gerando um componente de imprevisibilidade. Ninguém sabe o quanto vai se perder se aquela empresa em que se investe estiver potencialmente relacionada à corrupção. “Quem hoje em dia investiria, em sã consciência, em uma das maiores empresas de construção civil do país? Ninguém, não é? Isso mostra o quanto é importante que se debata a questão da ética, porque o problema de corrupção em determinadas empresas do setor acaba afetando não apenas elas próprias, mas também as empresas corretas que estão naquele mesmo setor”, pontuou o procurador.

Protagonismo

Para o coordenador da Força-Tarefa da Lava-Jato, o que causa problemas na economia é a corrupção, o que reforça a relação corrupção × desenvolvimento econômico e social. “É comum ouvirmos pessoas dizendo que gostariam de sair do Brasil, como forma de tentar escapar da crise econômica e moral que o país enfrenta. Mas não adianta se iludir: ainda que a pessoa saia do Brasil, o Brasil não sairá de dentro dela”.

Seja morando fora ou dentro do Brasil, o que todos querem é um país melhor e que respeite os direitos da sociedade, no qual não existam buracos da corrupção pelos quais escorre o dinheiro que deveria ser destinado à saúde, à educação, aos investimentos em infraestrutura ou aos investimentos produtivos. “Todos queremos viver em um país em que o sistema político gere representatividade. Nós estamos cansados de ouvir que quem está em Brasília não nos representa. Ao mesmo tempo, paradoxalmente, nós ficamos estáticos, esperando heróis que nos salvem, enquanto nos colocamos como vítimas da história”, asseverou o procurador. “Precisamos deixar de ser vítimas do nosso passado para sermos autores da nossa história, senhores do nosso destino. Se queremos uma sociedade melhor, precisamos de um país mais ético. Acredito que o Brasil tenha, sim, saída, e que ela não é pela porta do aeroporto”.

Apagão ético

No tocante à ética, a situação dos brasileiros não é das melhores. Vivemos aquilo que se chama de “apagão ético”.

Dallagnol citou dados de uma pesquisa do Ibope sobre o perfil ético dos profissionais das corporações brasileiras, que apontou que 61% das pessoas consideram, sob determinadas circunstâncias, usar atalhos antiéticos ou ilícitos, enquanto 52% dos entrevisados revelaram permissividade com suborno, ou seja, que aceitariam receber suborno como funcionário da empresa a depender da situação.

Agora, não relacionado ao campo empresarial, mas seguindo para um contexto maior, essa mesma pesquisa mostrou um paradoxo da opinião pública no tocante à corrupção e à ética. O estudo concluiu que o eleitorado sistematicamente indica repúdio aos atos ilícitos atribuídos à classe política brasileira, mas se enxerga razoavelmente honesto ao mesmo em que pratica ou aceita uma diversidade de transgressões da lei no seu cotidiano.

“O fato social sobre o qual essa pesquisa se debruçou pode ser retratado em situações do cotidiano, como uma pessoa que estaciona em local errado, alguém que é pego dirigindo embriagado, uma ligação clandestina de internet ou de TV a cabo, desvio de energia elétrica, compra CDs e DVDs piratas, entre outras atitudes ilegais, e que se senta diante da televisão para assistir ao telejornal e questiona ‘de onde sai tanto político safado?’. O lugar de onde vem os candidatos a políticos é o mesmo lugar de onde vem os candidatos a juízes, a procuradores da República, os empresários. O que existe, na realidade, é um sistema político que favorece a corrupção, pois estimula comportamentos desviados. Há ainda um problema maior, de uma cultura mais ampla e tolerante com a corrupção”, ressaltou o procurador.

Voltando aos dados da pesquisa do Ibope, quando perguntados se conhece alguém que tenha fingido doença para não trabalhar, 50% respondeu positivamente; 34% das pessoas conhecem alguém que sonegou tributos; 26% conhecem quem furtou em supermercado; 22% conhecem alguém que obteve benefício indevido do governo; 24% conhecem quem fraudou o seguro-saúde; 19% conhecem quem fraudou o seguro de automóvel; 41% dos entrevistados votariam em alguém em troca de emprego; 38% votariam em alguém em troca de favor; e 75% fazem ou fariam 1 de 13 atos de corrupção listados na pesquisa.

Ranking ético

Com base nos dados da ONG Transparência Internacional, o Brasil não é um bom país no tocante à corrupção, ocupando atualmente a 76ª posição no ranking. “A nossa nota é 38, quando a nota mínima aceitável é 5 – estamos no vermelho no combate à corrupção e na busca pela ética e pela honestidade”, disparou Deltan Dallagnol.

Embora esse ranking diga respeito à corrupção governamental, esta e ética nos negócios são duas faces da mesma moeda, uma vez na corrupção tem quem receba, mas também tem que pague. “Nós não podemos esquecer que a corrupção no Brasil não é um problema partidário nem desse ou daquele governo; ela vem desde longa data”, ele garantiu.

Segundo estudiosos, apenas na década de 1990 foram registrados 88 escândalos de corrupção apenas na área federal. Foi nessa década que surgiu, por exemplo, o escândalo dos “anões do orçamento”, em que o então deputado João Alves justificou seu vasto patrimônio alegando ter sido premiado pela loteria mais de cem vezes. Recentemente, outro político afirmou ter ganhado na loteria 14 vezes em 12 meses.

Para concluir a análise sobre o apagão ético, o coordenador da Força-Tarefa da Lava-Jato comentou brevemente o caso da Petrobras. “O que nós descobrimos foi que empresários pagavam propina para agentes públicos e agentes políticos. Intermediando esses pagamentos, haviam lavadores de dinheiro profissionais, como Alberto Yousseff. Essas pessoas cuidavam da lavagem e faziam com que o dinheiro, de uma ponta, destinada à propina, chegasse à outra ponta com aparência de dinheiro limpo. Do lado das empresas, identificamos que várias delas adotaram a corrupção como modelo de negócio. Uma dessas empresas investigada chegou a ter dentro dela um setor específico para gerenciar o pagamento de propina. Mais do que isso, as empresas passaram a implementar a corrupção como regra do jogo, chegando-se ao ponto de sequer se saber porque estavam pagando, pois não se tinha em vista um benefício concreto. Esse dinheiro funcionava como um tipo de crédito político”, comentou.

Um fator interessante destacado foi o fato de a corrupção ir ainda mais além. “Os americanos usam a expressão slippery slope (ladeira escorregadia) para explicar casos em que quem ultrapassa o limite da ética para corromper agentes externos em benefício da empresa, também vai corromper em malefício da empresa”, afirmou Dallagnol.

O que a Força-Tarefa identificou no caso da Petrobras foi que diversos executivos e funcionários recebiam parte da propina paga de volta. Ou seja, mesmo pagando a propina em benefício da empresa, havia uma maximização do valor para que alguém pudesse receber a diferença de volta.

“Como explicar tudo isso? Não existe uma explicação única, mas certamente existem alguns fatores que contribuem muito com essa realidade, como a existência de uma cultura de ética de conveniência e uma política falha, com uma série de desincentivos a práticas honestas e estímulo a práticas corruptas. Se o foco está no resultado, serão feitos quaisquer negócios para se alcançar o objetivo, seja licito ou ilícito, desde que seja em benefício daquele que está agindo, ainda que seja em prejuízo de toda a sociedade”, afirmou Dallagnol.

Parâmetro ético

Somente se pode dizer que algo é belo ou feio, certo ou errado, moral ou imoral, se há um referencial que possibilite tal julgamento. O problema, segundo o procurador, é que vivemos em um período de relativização de princípios e valores e de quebra de paradigmas ou referenciais éticos.

Dallagnol afirmou que, em sua vida, ele adota a teoria de Kant, de cunho humanista, que diz que se você não puder contar o que você fez e como você fez porque ficaria com vergonha, isso está errado. “Mas, independentemente da teoria que se adote, é preciso que as discussões sobre ética e moral sejam aprofundadas e, a partir daí, seguir um caminho que não seja da ética da conveniência”, ele ressaltou.

O procurador Deltan Dallagnol fez uma ressalva quanto à racionalização, que é revestir uma ação incorreta com uma capa de boa justificativa. “Você racionaliza quando busca se justificar quanto a sua conduta. Um exemplo simples é um cônjuge dizer ao outro que não quer que ele coma uma sobremesa sob a alegação de que doce em excesso faz mal à saúde, quando, na realidade, sua ação visa manter o parceiro dentro de um padrão estético aceito pela sociedade”, ele explicou, e citou dois casos observados durante as investigações da força-tarefa.

Na Lava-Jato foram identificados diversos exemplos de racionalização. “Havia um executivo que conversaria conosco, explicando o que fez, o que aconteceu, mas ele se recusava a falar que pagou propina a um funcionário público. Segundo ele, o pagamento efetuado era uma ‘comissão’ merecida pelo funcionário em razão de algo que ele fez. Outros empresários se recusavam a utilizar a palavra cartel; falavam que o que existia era um ‘pacto de não agressão’”, mencionou o coordenador da força-tarefa.

Lava-Jato

Deltan Dallagnol afirmou que a operação Lava-Jato não tem o poder de acabar com a corrupção no país, como muitas pessoas creem ou, ao menos, desejam. “A função da operação é tratar um tumor que apareceu no país. O problema é que enquanto estamos cuidando de um, vários outros tumores estão surgindo. No caso do Mensalão, por exemplo, muitos acreditavam que ele seria uma virada de página do país, mas não foi. Quando o Mensalão estava sendo processado, vários outros escândalos, inclusive a Lava-Jato, estavam acontecendo e outros ainda não haviam sido descobertos”, lembrou o procurador.

Segundo ele, se nós queremos mudar a realidade, podemos usar a Lava-Jato como forma de aumentar da esperança, como uma alavanca, mas precisamos mudar as condições que favorecem a corrupção em nosso país. “A Lava-Jato representa um momento de força institucional, a força da nossa democracia, demonstrando que nossas instituições são fortes. Agora se nós queremos que nossa democracia melhore, precisamos de representatividade política e de reformas”.

Dallagnol ressaltou que são necessárias reformas mais profundas para reduzir os estímulos à corrupção e citou a importância de aprovar a proposta que reúne as dez medidas contra a corrupção elaboradas pelo Ministério Público Federal (MPF) e que foram enviadas ao Congresso Nacional com o apoio de 2,2 milhões de assinaturas. “Muitos parlamentares se movimentaram para que esse projeto tramite de modo célere e seja aprovado. Foi criada uma frente parlamentar, para aprovação das medidas, com mais de 200 parlamentares. Nossa convicção é de que esse projeto vai caminhar e, com a apoio da sociedade, será aprovado”, disse. Entre as medidas propostas está o aumento de penas para crimes relacionados com a corrupção e a criminalização das doações não declaradas em campanhas eleitorais.

por Paula Craveiro
29/06/2016

Painel debate necessidades e expectativas das empresas de capital fechado

São Paulo, 29 de junho de 2016 – Iniciando o segundo dia do 18º Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais, o painel “Empresas de Capital Fechado – Necessidades de Capital e Expectativas” debateu o atual cenário macroeconômico e político brasileiro e a importância da transparência e da governança para o crescimento das companhias de capital fechado.

“Nos últimos anos, o país tem apresentado ciclos de variação econômica e política muito curtos, o que invariavelmente dificulta a realização de um planejamento eficiente em longo prazo”, afirmou Joaquim de Oliveira, sócio das áreas Bancário e Financiamentos, Mercado de Capitais, Fusões e Aquisições e Private Equity da Souza Cescon Advogados.

Governança e transparência

A efetivação de práticas de governança nas companhias de capital fechado, assim como ocorre em empresas listadas, tem se mostrado um processo extremamente relevante. “Quando se abre o capital, tem-se acesso a recursos de longo prazo, mas sem a pressão por retorno mais imediato, além da opção por ampliação de recursos e maior poder de barganha com as instituições bancárias”, destacou Thomas Brull, diretor da AEGEA. No entanto, ele lembrou que essa “vantagem” traz consigo a necessidade de muito mais disciplina na gestão dos ativos e da empresa, bem como mais qualidade e clareza na prestação de contas.

Sidney Chameh, sócio-fundador da DGF Investimentos, destacou a importância da transparência, da governança e do compartilhamento de informações como aspectos essenciais à sobrevivência de uma empresa em um mercado tão instável e, ao mesmo tempo, competitivo como o brasileiro. “Diariamente, vemos dificuldades como falta de infraestrutura, problemas com legislação, falta de perspectiva. Ou seja, aspectos que tornam o planejamento das companhias cada vez mais difícil e, por isso, imprescindível. Quem consegue sobreviver neste mercado, apesar de todas as adversidades, pode se considerar um grande vencedor”, afirmou Chameh.

Oportunidades de negócios

Embora essas adversidades possam ser vistas, em um primeiro momento, sob um viés negativo, o head hunter da Flow, Thiago Pimenta, alertou para a necessidade de estar atento às oportunidades que podem surgir. “É inegável que o país está passando por um período bastante turbulento, que mescla instabilidade política e econômica, redução das taxas de confiança, companhias perdendo market share, falta de liquidez, entre outros aspectos. No entanto, este também é um momento que oferece muito aprendizado àqueles que estiverem atentos e dispostos a aprender com as dificuldades”, ponderou Pimenta.

A mesma visão é compartilhada por Joaquim de Oliveira, da Souza Cescon Advogados. “As últimas duas décadas foram marcadas por intensas transformações, representando um avanço significativo no tocante à questão regulatória e ao próprio mercado. Acredito que, mesmo diante de um cenário conturbado como o atual, haja um ambiente propício às empresas menores de capital fechado”, diz o executivo.

Oportunidades de trabalho

Pimenta, da Flow, ressaltou que o momento também é bastante adequado às empresas que buscam construir times de alto desempenho, uma vez que muitos profissionais altamente capacitados estão disponíveis no mercado ou em busca de novos desafios profissionais.

Este ponto foi reforçado pela fala dos demais participantes do painel, que reforçaram a necessidade de as empresas reterem talentos no mercado nacional. Com a atual crise, muitas companhias estão abrindo mão de seus profissionais, que passam a buscar alternativas no mercado externo. Para os palestrantes, existe uma onda de pessimismo tomando conta de todos e que isso impede que se vejam as possibilidades que podem vir a partir da crise, dificultando a visualização de alternativas.

“Isso quase sempre é seguido pelo desejo de sair do país em busca de oportunidades. Essa decisão representa, do ponto de vista das companhias e do mercado, de modo geral, a perda de talentos; porém, representa oportunidades para aqueles que optam por ficar”, ponderou Pimenta.

Nova atribuição ao RI

Outro aspecto debatido foi a necessidade de o profissional de Relações com Investidores (RI) adotar uma nova atribuição, que é se comunicar não apenas com os investidores, mas também com todos os demais públicos da companhia que ele representa. “Este profissional tem, por princípio, a necessidade de estar a par de todos os aspectos relevantes de sua empresa e isso envolve não apenas temas de cunho financeiro”, disse Joaquim de Oliveira.

“Os RI também poderiam se comunicar com o mercado, transcendendo a noção de mercado financeiro e ampliando sua atuação e representatividade”, concluiu Thiago Pimenta.

Sobre o Encontro Nacional de RI e Mercado de Capitais: ponto de encontro entre agentes do mercado de capitais, o evento propõe neste ano debater temas como a necessidade do profissional de RI se adaptar a demandas dos investidores, especialmente nas áreas de risco, compliance e jurídica.

O Encontro Nacional é patrocinado pelas empresas: BM&FBovespa, Bloomberg, BNY Mellon, Bradesco, Chorus Call, Crowe Horwath, Deloitte, Diligent, Itaú Unibanco, MZ Boardvantage, RIWeb, RR Donnelley, Sabesp, Saint Paul Editora, Souza Cescon, SulAmérica, TheMediaGroup, Valor Econômico e Wittel.

Serviço
18º Encontro Nacional de RI e Mercado de Capitais – IBRI e ABRASCA
Data: 28 e 29 de junho de 2016
Horário: das 14h às 19h (28/06) e das 9h às 17h30 (29/06)
Local: Fecomercio (Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – Bela Vista – São Paulo – SP)
Mais informações: www.encontroderi.com.br

Assessoria de Comunicação do IBRI
Paula Craveiro – paula@digitalassessoria.com.br

IBRI e Deloitte lançam estudo com foco em gestão de riscos e na atuação estratégica do RI

São Paulo, 28 de junho de 2016 – O IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) e a Deloitte lançaram no primeiro dia do 18º Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais, iniciado hoje em São Paulo, a pesquisa “Gestão de Riscos e RIs – Evolução Contínua para Criar e Preservar Valor nas Relações com Investidores”.

O estudo mostrou que, nos últimos anos, a área de Relações com os Investidores (RI) tem passado por um intenso processo evolutivo em resposta aos novos desafios impostos pelo mercado e à demanda por profissionais de RI com perfil mais estratégico dentro das companhias. Além de divulgar informações financeiras e gerir processos da área de maneira eficaz, o RI precisa estar cada vez mais em linha com os objetivos de negócio e atento às oportunidades e aos riscos que surgem no dia a dia de sua empresa.

Perfil estratégico e gestão de riscos

A pesquisa mostrou que 45% dos entrevistados destacaram o perfil estratégico como aquele que mais bem representa sua área dentro das empresas. Outros atributos destacados foram os papéis de comunicador (19%), catalisador e operador (ambos com 18% cada).

“Esse percentual indica o ganho de relevância do profissional de RI, que cada vez mais deve estar ciente das novas demandas por informação, tanto dentro quanto fora da empresa, bem como atuar em conjunto com as áreas de gestão de risco e de controles internos para promover um ambiente de confiança e mais transparente”, explicou o vice-presidente do IBRI, Ricardo Rosanova Garcia.

Gestão de riscos nas empresas

Ainda de acordo com o estudo, a área de gestão de riscos também vem vivenciando uma série de transformações ao longo dos anos, seja por causa das exigências dos órgãos reguladores, seja pelas exigências de investidores e do mercado de capitais por mais transparência.

A visão do RI sobre a gestão de riscos e sua avaliação sobre como sua função pode impactar o valor do negócio deve contribuir para a assimilação de ambas as áreas. A pesquisa revelou que praticamente 90% dos entrevistados concordam que boas práticas corporativas de gestão de riscos e de controles internos têm impacto positivo para atrair e reter investidores; já 87% dos pesquisados acreditam na influência positiva dessas boas práticas sobre o preço da ação.

“Em um contexto de maior divulgação de informações financeiras e não financeiras, o RI tem de estar pronto para responder aos questionamentos dos agentes de mercado sobre os riscos inerentes ao negócio. É importante também que a área se engaje em uma conversa de profundidade com os investidores e stakeholders sobre este tema”, destacou Bruce Mescher, sócio da área de Auditoria da Deloitte.

Embora o levantamento do IBRI e da Deloitte tenha verificado um perfil mais estratégico e, portanto, mais atento a questões de gestão de risco, também foi apurado que aproximadamente 39% dos entrevistados avaliaram como baixo o nível de engajamento dos profissionais de RI com as estruturas de gestão de riscos e de controles de suas organizações.

Perspectivas para o próximo ano

A pesquisa também analisou quais são os tópicos de risco que os RI consideram mais preocupantes para os investidores para os próximos 12 meses. Entre os temas estão as ameaças relativas ao modelo de negócio (64%), a preocupação com o crescimento orgânico (63%) e com investimentos em inovação (46%).

Outro item analisado foi o novo relatório de auditoria, uma ferramenta ainda desconhecida para o RI. Quarenta por cento dos entrevistados afirmaram não estarem familiarizados com o sistema, porém, entre os que puderam avaliar seu impacto na comunicação com o mercado, mais da metade acredita que as mudanças serão positivas, uma vez que facilitarão o processo de divulgação das informações.

Sobre o Encontro Nacional de RI e Mercado de Capitais: ponto de encontro entre agentes do mercado de capitais, o evento propõe neste ano debater temas como a necessidade do profissional de RI se adaptar a demandas dos investidores, especialmente nas áreas de risco, compliance e jurídica.

O Encontro Nacional é patrocinado pelas empresas: BM&FBovespa, Bloomberg, BNY Mellon, Bradesco, Chorus Call, Crowe Horwath, Deloitte, Diligent, Itaú Unibanco, MZ Boardvantage, RIWeb, RR Donnelley, Sabesp, Saint Paul Editora, Souza Cescon, SulAmérica, TheMediaGroup, Valor Econômico e Wittel.

Serviço
18º Encontro Nacional de RI e Mercado de Capitais – IBRI e ABRASCA
Data: 28 e 29 de junho de 2016
Horário: das 14h às 19h (28/06) e das 9h às 17h30 (29/06)
Local: Fecomercio (Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – Bela Vista – São Paulo – SP)
Mais informações: http://www.encontroderi.com.br
Credenciamento de Imprensa – rodney@digitalassessoria.com.br

Assessoria de Comunicação do IBRI
Paula Craveiro – paula@digitalassessoria.com.br

Começou hoje o 18º Encontro Nacional de RI e Mercado de Capitais, em São Paulo

São Paulo, 28 de junho de 2016 – Teve início hoje, em São Paulo, no auditório da Fecomercio, o 18º Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais, promovido pelo IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) e pela ABRASCA (Associação Brasileira das Companhias Abertas).

Sob o tema principal “A Gestão de Crise e de Risco”, o evento foi iniciado por Edmar Lopes, presidente do Conselho de Administração do IBRI. Lopes destacou a importância do Encontro Nacional para a divulgação de novas e melhores práticas, bem como para a compreensão do que está ocorrendo no mercado.

“Durante o encontro serão debatidos temas de grande relevância, pertinentes aos profissionais de Relações com os Investidores, cujo escopo de trabalho foi consideravelmente ampliado nos últimos anos. Este profissional tem hoje a importante missão de transmitir, com clareza e objetividade, o que está acontecendo tanto dentro quanto fora de sua empresa”, ressaltou o executivo, complementando a necessidade de este profissional estar sempre atento e bem informado.

Em sua fala, o presidente da ABRASCA, Antonio Castro, comentou a importância dos temas que serão abordados durante o encontro. “A maioria dos assuntos tem relação com gestão de crise e de risco, bem como com a importância da comunicação e da adoção das melhores práticas, e, diante do atual cenário político e econômico nacional, isso não poderia passar despercebido. São temas bastante atuais e de grande valia para o dia a dia do mercado”.

O diretor da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), Pablo Renteria, também ressaltou a qualidade da programação e pontuou a importância e a urgência de se discutir questões como melhores práticas em comunicação, ética nos negócios, a evolução do profissional de RI e de seu papel, bem como a gestão de riscos e crises. “É comum ouvirmos dizer que o mercado está parado, mas isso, para os profissionais de Relações com os Investidores, não é exatamente verdadeiro. Acredito que nunca vivemos uma época tão conturbada, em que a comunicação do RI com seus públicos de interesse tenha sido tão necessária”, ele concluiu.

Sobre o Encontro Nacional de RI e Mercado de Capitais: ponto de encontro entre agentes do mercado de capitais, o evento propõe neste ano debater temas como a necessidade do profissional de RI se adaptar a demandas dos investidores, especialmente nas áreas de risco, compliance e jurídica.

O Encontro Nacional é patrocinado pelas empresas: BM&FBovespa, Bloomberg, BNY Mellon, Bradesco, Chorus Call, Crowe Horwath, Deloitte, Diligent, Itaú Unibanco, MZ Boardvantage, RIWeb, RR Donnelley, Sabesp, Saint Paul Editora, Souza Cescon, SulAmérica, TheMediaGroup, Valor Econômico e Wittel.

Serviço
18º Encontro Nacional de RI e Mercado de Capitais – IBRI e ABRASCA
Data: 28 e 29 de junho de 2016
Horário: das 14h às 19h (28/06) e das 9h às 17h30 (29/06)
Local: Fecomercio (Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – Bela Vista – São Paulo – SP)
Mais informações: www.encontroderi.com.br

Assessoria de Comunicação do IBRI
Paula Craveiro – paula@digitalassessoria.com.br

ÚLTIMA CHAMADA – CREDENCIAMENTO IBRI – O maior evento de Relações com Investidores e Mercado de Capitais da América Latina começa amanhã (28/06/2016)


ÚLTIMA CHAMADA – CREDENCIAMENTO

IBRI: O maior evento de Relações com Investidores e Mercado de Capitais da América Latina começa amanhã (28/06/2016)

O 18º Encontro Nacional de RI e Mercado de Capitais, promovido pelo IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) e ABRASCA (Associação Brasileira das Companhias Abertas), acontecerá, nos dias 28 e 29 de junho de 2016, na FECOMERCIO, em São Paulo (SP).
O evento deverá reunir as principais referências em Relações com Investidores e mercado de capitais do Brasil e exterior.
Como palestrantes, também a participação de Gavin Grant e Hugo Sanders, gestores do maior fundo soberano do mundo: o Norges Bank Investment Management (da Noruega). Deltan Dallagnol, Procurador da República no Ministério Público Federal e Coordenador da Força-Tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba, fará palestra de encerramento do evento, sobre “Tempos de crises, corrupção e ética nos negócios”.
Também está prevista Coletiva de Imprensa sobre estudo IBRI e Deloitte: “Gestão de riscos e RI – Evolução contínua para criar e preservar valor nas Relações com Investidores”, no dia 28/06/2016, entre 15h40 e 16h20, na Sala 2, Espaço VIP – 2º andar, na FECOMERCIO.

Sobre o 18º Encontro Nacional de RI e Mercado de Capitais
Ponto de encontro entre agentes do Mercado de Capitais, o evento propõe neste ano debater temas como a necessidade do profissional de RI se adaptar a demandas dos investidores, especialmente nas áreas de risco, compliance e jurídica.
O Encontro Nacional é patrocinado pelas empresas: BM&FBOVESPA, Bloomberg, BNY Mellon, Bradesco, Chorus Call, Crowe Horwath, Deloitte, Diligent, Itaú Unibanco, MZ Boardvantage, RIWeb, RR Donnelley, Sabesp, Saint Paul Editora, Souza Cescon, SulAmérica, TheMediaGroup, Valor Econômico e Wittel.

Serviço
18º Encontro Nacional de RI e Mercado de Capitais – IBRI e ABRASCA
Data: 28 e 29 de junho de 2016
Horário: das 14h às 19h (28/06) e das 9h às 17h30 (29/06)
Local: FECOMERCIO (Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – Bela Vista – São Paulo – SP)
Mais informações: www.encontroderi.com.br
Credenciamento de Imprensa – rodney@digitalassessoria.com.br

Assessoria de Comunicação do IBRI
Digital Assessoria-Comunicação Integrada
Rodney Vergili | Paula Craveiro
rodney@digitalassessoria.com.br


Programação

Dia 28 de junho de 2016 – terça-feira

14:00 – 14:30 – Abertura

• Pablo Renteria, Diretor da CVM (Comissão de Valores Mobiliários)
• Antonio Castro, Presidente da ABRASCA (Associação Brasileira das Companhias Abertas)
• Edmar Lopes, Presidente do Conselho de Administração do IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores)

14:30 – 15:30 – Painel 1 –
A Gestão de Crise e de Risco com a interação de profissionais do Comitê de Auditoria e Mercado em geral com os profissionais de Relações com Investidores
Moderador: Edmar Lopes, Presidente do Conselho de Administração do IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores)
Debatedores:
• Pablo Renteria, Diretor da CVM (Comissão de Valores Mobiliários)
• Walter Schalka, Diretor-Presidente da Suzano Papel e Celulose
• Laércio Cosentino, Diretor-Presidente da TOTVS

15:30 – 16:00 – Q&A


16:00 – 16:30 – Coffee Break


16:30 – 17:00 – Apresentação da Pesquisa Deloitte/IBRI

Gestão de riscos e a Interação com os Profissionais de RI
Palestrante: Bruce Mescher, Sócio da Deloitte

17:00 – 17:40 – Painel 2:
Desdobramentos Institucionais e o Impacto na Atividade de RI
Moderador: Ricardo Garcia, Vice-Presidente do IBRI e Gerente de Relações com Investidores da Helbor
Debatedores:
• Joaquim Falcão, Jurista
• Carlos A. Primo Braga, Professor Associado da Fundação Dom Cabral e Professor Visitante da IMD Business School

17:40 – 18:00 – Q&A


18:00 – 18:40 – Palestra:
Visão estratégica do profissional de Relações com Investidores em relação ao valor da empresa, atuação proativa do RI na interlocução com o mercado com visão de longo prazo.
Moderador: André Luiz Gonçalves, Vice-Presidente do Conselho de Administração do IBRI e Gerente Geral de Relações com Investidores da Fibria
Palestrante:
• Tim Koller, Corporate Finance Expert Partner da McKinsey & Company

18:40 – 19:00 – Q&A


19:00 – Encerramento dos trabalhos do dia

Dia 29 de junho de 2016 – quarta-feira

09:00 – 10:00 – Painel 3:
Empresas de capital fechado – necessidades de capital e expectativas.
Moderador: Joaquim de Oliveira, Sócio das áreas de Fusões e Aquisições, Bancário e Financiamentos, Private Equity e Mercado de Capitais do escritório Souza, Cescon, Barrieu & Flesch Advogados
Debatedores:
• Sidney Chameh, Diretor da DGF Investimentos
• Thomas Brull, membro do Conselho de Administração da Aegea Saneamento e Participações S.A.
• Thiago Pimenta, Headhunter da FLOW Executive Finders

10:00 – 10:30 – Q&A


10:30 – 11:00 – Coffee Break


11:00 – 12:00 – Painel 4:
Comunicação Estratégica e o papel do profissional de RI
Moderador: Diego Barreto, Membro do Conselho de Administração do IBRI e Diretor Financeiro da Suzano de Papel e Celulose
Debatedores:
• Caio Túlio Costa, Jornalista e ex-ombudsman
• Roger Oey, Especialista Sênior em Renda Variável da Bloomberg

12:00 – 12:30 – Q&A


12:30 – 13:45 – Almoço


13:45 – 14:30 – O Mercado de Capitais no Atual Ambiente

Moderador: Antonio Castro, Presidente da ABRASCA (Associação Brasileira das Companhias Abertas)
Palestrantes:
• Juan Jensen, Economista e Sócio da 4E Consultoria
• Nuno da Silva, Diretor de DRs (Depositary Receipts) para América Latina do BNY Mellon

14:30 – 14:45 – Q&A


14:45 – 15:30 –
Melhores Práticas de Comunicação na área de RI e os Fatores ESG (Environmental, Social and Governance)
Moderador: Carlos Lazar, Membro do Conselho de Administração do IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) e Diretor de Relações com Investidores da Kroton Educacional
Palestrantes:
• Gavin Grant, Head of Active Ownership do Norges Bank Investment Management
• Hugo Sanders, Head of Corporate Access do Norges Bank Investment Management

15:30 – 15:45 – Q&A


15:45 – 16:30 – Palestra de encerramento:
Tempos de crises, corrupção e ética nos negócios
Moderador: Júlio Bueno, Sócio com atuação na área de Projetos de Infraestrutura, Direito da Construção e Contratos de Engenharia da Pinheiro Neto Advogados
Palestrante:
• Deltan Dallagnol, Procurador da República no Ministério Público Federal e Coordenador da Força-Tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba

16:30 – 17:00 – Q&A


17:00 – 17:30 – Sessão de Encerramento

• Antonio Castro, Presidente da ABRASCA (Associação Brasileira das Companhias Abertas)
• Rodrigo Luz, Presidente da Diretoria Executiva do IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores)

CODIM fará Pronunciamento sobre "A Importância da Divulgação dos Ativos Intangíveis" em 09/06/2016

São Paulo, 07 de junho de 2016 – O CODIM (Comitê de Orientação para Divulgação de Informações ao Mercado) realizará coletiva de imprensa, no dia 9 de junho de 2016, quinta-feira, às 11 horas, na sede da APIMEC SP (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais), na Rua Líbero Badaró, 300 – 2º andar – Centro – São Paulo/SP.

Na ocasião, haverá Pronunciamento de Orientação do CODIM n° 20 sobre “A Importância da Divulgação dos Ativos Intangíveis”. O pronunciamento trata da necessidade de formalizar orientações sobre a importância da divulgação dos Ativos Intangíveis pelas companhias.

Os relatores do Pronunciamento são: Cecília Geron, da ANEFAC (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), e Rogério Vieira de Andrade, do CFC (Conselho Federal de Contabilidade). Haroldo Levy Neto, da APIMEC, e Helmut Bossert, do IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores), coordenadores do CODIM, também participarão da coletiva.

Serviço:
Coletiva de Imprensa do CODIM
Divulgação do Pronunciamento de Orientação n° 20
“A Importância da Divulgação dos Ativos Intangíveis”
Data: 09/06/2016 (quinta-feira)
Horário: 11 horas
Local: APIMEC-SP
Rua Líbero Badaró, 300 – 2º andar – Centro – São Paulo/SP

Sobre o CODIM
Comitê de Orientação para Divulgação de Informações ao Mercado
A coordenação do CODIM é dividida entre o IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) e a APIMEC (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais), além da participação das entidades: ABRASCA (Associação Brasileira das Companhias Abertas), ABRAPP (Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar), ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), ANEFAC (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), AMEC (Associação de Investidores no Mercado de Capitais), ANCORD (Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias), BM&FBOVESPA, CFC (Conselho Federal de Contabilidade), IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa) e IBRACON (Instituto dos Auditores Independentes do Brasil), tendo ainda como membro observador a CVM (Comissão de Valores Mobiliários).
www.codim.org.br

Assessoria de Imprensa do CODIM
Rodney Vergili: rodney@digitalassessoria.com.br
Paula Craveiro: paula@digitalassessoria.com.br

Presidente do Conselho de Administração do IBRI debate projetos de infraestrutura

Luiz Fernando Rolla, presidente do Conselho de Administração do IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) e superintendente de Relações com Investidores da Cemig, participará, em 30 de agosto, do painel “Projetos de Infraestrutura para o Crescimento no Longo Prazo”, durante 22º Congresso Apimec.
 
O painel debaterá as perspectivas do mercado de capitais para o segmento, tendo em vista o atual cenário de estabilidade e as expectativas que se abriram ao Brasil nos últimos anos.
 
Além de Luiz Fernando Rolla, o painel contará com a participação de Alessandro Levy, diretor de Relações com Investidores da OHL Brasil; Dyogo Henrique de Oliveira, secretário-executivo adjunto do Ministério da Fazenda; Arthur Piotto Filho, diretor financeiro e de Relações com Investidores da CCR; Gustavo Nunes da Silva Rocha, diretor presidente e de Relações com Investidores da Invepar; e André Rocha, analista e colunista do blog O Estrategista.
 
Promovido pela Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais, o 22º Congresso Apimec será realizado nos dias 30 e 31 de agosto de 2012 e terá como tema “o Brasil no longo prazo”. O evento ocorrerá na sede da Fecomércio e terá como foco a apresentação de matérias relevantes e adequadas à realidade atual e futura do mercado de capitais. Paralelamente ao evento, será realizada uma exposição composta por estandes, onde as empresas e as instituições poderão expor seus produtos e serviços.
 
Mais informações: www.congressoapimec.com.br
 
SERVIÇO
22º Congresso Apimec – “O Brasil no longo prazo”

Data: 30 de agosto de 2012 (das 8h às 19h) e 31 de agosto (das 9h às 15h30)
Local: Fecomércio (Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – Bela Vista – São Paulo/SP)
 
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO – 22º CONGRESSO APIMEC
Digital Assessoria – Comunicação Integrada

Paula Craveiro | paula@digitalassessoria.com.br
Rodney Vergili | rodney@digitalassessoria.com.br

Geraldo Soares, do IBRI, modera painel sobre perspectivas do mercado de capitais

No dia 31 de agosto de 2012, Geraldo Soares, vice-presidente do Conselho de Administração do IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) e superintendente de Relações com Investidores do Itaú Unibanco Holding, moderará debate sobre perspectivas do mercado de capitais durante o 22º Congresso Apimec.

O painel analisará as estratégias de investimento e gestão de carteiras e contará com a participação de Jorge Simino, diretor de investimentos da Fundação Cesp; Rafael Maisonnave, diretor da Tarpon; Mauro Cunha, presidente da AMEC (Associação de Investidores no Mercado de Capitais); e Herculano Anibal Alves, diretor de renda variável do Bradesco Asset Management.

Promovido pela Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais, o 22º Congresso Apimec será realizado nos dias 30 e 31 de agosto de 2012 e terá como tema “o Brasil no longo prazo”. O evento ocorrerá na sede da Fecomércio e terá como foco a apresentação de matérias relevantes e adequadas à realidade atual e futura do mercado de capitais. Paralelamente ao evento, será realizada uma exposição composta por estandes, onde as empresas e as instituições poderão expor seus produtos e serviços.

Mais informações: www.congressoapimec.com.br

 
SERVIÇO
22º Congresso Apimec – “O Brasil no longo prazo”

Data: 30 de agosto de 2012 (das 8h às 19h) e 31 de agosto (das 9h às 15h30)
Local: Fecomércio (Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – Bela Vista – São Paulo/SP)

 
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO – IBRI
Digital Assessoria – Comunicação Integrada

Rodney Vergili | rodney@digitalassessoria.com.br
Paula Craveiro | paula@digitalassessoria.com.br