Água e hidratação

Mais do que um meio de matar a sede, a melhor maneira para manter seu organismo sempre em funcionamento

A água é uma substância composta por dois átomos de hidrogênio e um átomo de oxigênio (H2O). Entretanto, apesar de não conter nenhuma caloria ou outros nutrientes, sem ela, em apenas poucos dias, nosso corpo pararia de funcionar.

“A água constitui aproximadamente 60% do peso de uma pessoa e está distribuída no sangue, tecidos e outros fluidos corporais, além de estar diretamente envolvida em todas as funções vitais do organismo. Ela é essencial para que ocorram as reações metabólicas, transporte de nutrientes, proteção de tecidos, lubrificação das articulações e manutenção da temperatura do corpo”, afirma a nutricionista Claudia Ridel Juzwiak, colaboradora do Conselho Regional de Nutricionistas – 3ª Região (CRN-3).

Cuidados

A água, conforme explica a nutricionista, pode ser facilmente contaminada por microorganismos, parasitas e outros elementos, como metais pesados e inseticidas. Portanto, medidas preventivas devem ser tomadas para a preservação das reservas de água. “Em casa, a filtragem e/ou fervura garante a eliminação dos microorganismos”, sugere Claudia Ridel.

Quantidades indicadas

A necessidade de água de cada indivíduo varia com sua idade, sexo, temperatura e umidade do ambiente, nível de atividade física, entre outros fatores. “Crianças e idosos costumam ter mais facilidade para se desidratarem. A atual recomendação para mulheres adultas é de 2,7 litros de líquido por dia, incluindo água, outras bebidas e água contido nos alimentos. Já para os homens a recomendação é de 3,7 litros”, afirma a nutricionista.

Em geral, sugere-se que a ingestão de água seja, em média, de 6 a 8 copos (cerca de 2 litros) por dia. Já para um atleta, sua necessidade pode triplicar. “É preciso ajustar o consumo de água quando está calor, em casos de febre ou outras doenças, durante a gravidez e quando se exercita”, destaca.

Além da água, outros alimentos contribuem com os líquidos totais do dia, principalmente frutas, legumes e verduras. “Some todos os tipos de líquido consumidos no dia para alcançar a recomendação”.

Indivíduos que consomem bebida alcoólica ou muito café podem ter uma perda de líquidos maior, pois estas bebidas são diuréticas (compostos que levam a excreção de água).

Como garantir a hidratação

A nutricionista Claudia Ridel Juzwiak dá algumas dicas de como garantir a hidratação adequada:
* Crie o hábito de beber água durante o dia. Leve uma garrafinha na bolsa e procure consumir água entre os intervalos das refeições;
* Qualquer tipo de bebida contribui para o total ingerido no dia: chá, água de coco, sucos… Lembre-se que, diferentemente da água, algumas dessas bebidas apresentam calorias que devem ser consideradas;
* Além de tomar água, a inclusão de alimentos como sopas, hortaliças e frutas, também colabora para o aumento da quantidade de líquidos presentes. Algumas frutas como a melancia, laranja, melão, são riquíssimas em água;
* Bebidas alcoólicas não contribuem para a hidratação. Ao contrário, o álcool inibe a produção de um hormônio, o que estimula a diurese e causa maior perda de líquido pela urina;
* Em dias mais quentes e muito úmidos, preste mais atenção à ingestão de líquidos;
* Crianças e idosos devem ter maior preocupação para não desidratar;
* Na prática de atividades físicas, consuma água antes, durante e após os exercícios, pois a perda de líquidos por meio do suor pode ser muito grande;
* A ingestão de água contribui para o bom funcionamento intestinal;
* Habitue-se a beber água antes de sentir sede intensa.

Paula Craveiro
Assessora de Imprensa
(11) 2783-9451

FONTE: Claudia Ridel Juzwiak é nutricionista, colaboradora da Conselho Regional de Nutricionistas – 3ª Região (CRN-3), doutora em Ciências pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e atualmente é professora assistente da Universidade Católica de Santos.

Link

Água e hidratação

ÁGUA E HIDRATAÇÃO
Mais do que um meio de matar a sede, a melhor maneira para manter seu organismo sempre em funcionamento


A água é uma substância composta por dois átomos de hidrogênio e um átomo de oxigênio (H2O). Entretanto, apesar de não conter nenhuma caloria ou outros nutrientes, sem ela, em apenas poucos dias, nosso corpo pararia de funcionar.

“A água constitui aproximadamente 60% do peso de uma pessoa e está distribuída no sangue, tecidos e outros fluidos corporais, além de estar diretamente envolvida em todas as funções vitais do organismo. Ela é essencial para que ocorram as reações metabólicas, transporte de nutrientes, proteção de tecidos, lubrificação das articulações e manutenção da temperatura do corpo”, afirma a nutricionista Claudia Ridel Juzwiak, colaboradora do Conselho Regional de Nutricionistas – 3ª Região (CRN-3).

CUIDADOS

A água, conforme explica a nutricionista, pode ser facilmente contaminada por microorganismos, parasitas e outros elementos, como metais pesados e inseticidas. Portanto, medidas preventivas devem ser tomadas para a preservação das reservas de água. “Em casa, a filtragem e/ou fervura garante a eliminação dos microorganismos”, sugere Claudia Ridel..

QUANTIDADES INDICADAS

A necessidade de água de cada indivíduo varia com sua idade, sexo, temperatura e umidade do ambiente, nível de atividade física, entre outros fatores. “Crianças e idosos costumam ter mais facilidade para se desidratarem. A atual recomendação para mulheres adultas é de 2,7 litros de líquido por dia, incluindo água, outras bebidas e água contido nos alimentos. Já para os homens a recomendação é de 3,7 litros”, afirma a nutricionista.

Em geral, sugere-se que a ingestão de água seja, em média, de 6 a 8 copos (cerca de 2 litros) por dia. Já para um atleta, sua necessidade pode triplicar. “É preciso ajustar o consumo de água quando está calor, em casos de febre ou outras doenças, durante a gravidez e quando se exercita”, destaca.

Além da água, outros alimentos contribuem com os líquidos totais do dia, principalmente frutas, legumes e verduras. “Some todos os tipos de líquido consumidos no dia para alcançar a recomendação”.

Indivíduos que consomem bebida alcoólica ou muito café podem ter uma perda de líquidos maior, pois estas bebidas são diuréticas (compostos que levam a excreção de água).

COMO GARANTIR A HIDRATAÇÃO

A nutricionista Claudia Ridel Juzwiak dá algumas dicas de como garantir a hidratação adequada:

  • Crie o hábito de beber água durante o dia. Leve uma garrafinha na bolsa e procure consumir água entre os intervalos das refeições;
  • Qualquer tipo de bebida contribui para o total ingerido no dia: chá, água de coco, sucos… Lembre-se que, diferentemente da água, algumas dessas bebidas apresentam calorias que devem ser consideradas;
  • Além de tomar água, a inclusão de alimentos como sopas, hortaliças e frutas, também colabora para o aumento da quantidade de líquidos presentes. Algumas frutas como a melancia, laranja, melão, são riquíssimas em água;
  • Bebidas alcoólicas não contribuem para a hidratação. Ao contrário, o álcool inibe a produção de um hormônio, o que estimula a diurese e causa maior perda de líquido pela urina;
  • Em dias mais quentes e muito úmidos, preste mais atenção à ingestão de líquidos;
  • Crianças e idosos devem ter maior preocupação para não desidratar;
  • Na prática de atividades físicas, consuma água antes, durante e após os exercícios, pois a perda de líquidos por meio do suor pode ser muito grande;
  • A ingestão de água contribui para o bom funcionamento intestinal;
  • Habitue-se a beber água antes de sentir sede intensa.

.

Paula Craveiro
Assessora de Imprensa
Conselho Regional de Nutricionistas – 3ª Região (CRN-3)

(*) Claudia Ridel Juzwiak é nutricionista, colaboradora da Conselho Regional de Nutricionistas – 3ª Região (CRN-3), doutora em Ciências pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e atualmente é professora assistente da Universidade Católica de Santos.

Obesidade infantil – Cuidados simples com a alimentação da criança podem evitar o problema

OBESIDADE INFANTIL
Cuidados simples com a alimentação da criança

.

Nas últimas décadas, mudanças no estilo de vida e no hábito alimentar da população brasileira repercutiram no peso corporal, aumentando a prevalência de obesidade, inclusive no grupo de crianças e adolescentes.

“A obesidade na infância está associada ao maior risco de desenvolvimento precocemente de doenças crônicas não transmissíveis, como dislipidemias, hipertensão, diabetes, doenças cardiovasculares e problemas ortopédicos”, afirma a nutricionista Rose Vega Patin, colaboradora do Conselho Regional de Nutricionistas – 3ª Região (CRN-3). “Estudos também apontam que crianças e adolescentes obesos têm maior risco de se manterem obesos na vida adulta. Assim, é essencial prevenir a obesidade já na infância”.

Um dos fatores determinantes da obesidade infantil é a presença de hábitos e comportamentos alimentares inadequados.

A obesidade pode ser desencadeada já no primeiro ano de vida da criança, principalmente se esta tiver contato precoce com outros alimentos que não o leite materno ou se a introdução da alimentação complementar ocorrer de modo inadequado. “Para prevenir a obesidade, deve-se promover sempre a manutenção do aleitamento materno, evitando complementar com leite de vaca, fórmulas infantis ou introdução precoce de outros alimentos. Durante a fase de introdução da alimentação complementar, por volta do sexto mês, a criança está vulnerável a vários erros alimentares. Cuidados especiais são necessários para se oferecer alimentos na consistência e qualidade apropriadas para a idade”, explica a nutricionista.

A quantidade de alimentos oferecida na infância também pode ser determinante para o excesso de peso, com a oferta de alimentos de alta densidade energética, muitas vezes superior ao gasto energético.

Outro momento crítico é a alimentação realizada em ambiente escolar. “Famílias e escolas despreparadas expõem crianças e adolescentes a vários alimentos ricos em açúcar, gordura e sal, contribuindo para o excesso de peso”, adverte Rose Patin.

Os erros alimentares encontrados nas crianças obesas repercutirão diretamente no consumo energético diário. “Dentre esses comportamentos, pode-se destacar alguns mais frequentes como: horários irregulares (longos intervalos entre as refeições ou vários beliscos durante o dia), repetição de refeições ou alimentos, mastigação pouco eficiente e rápida durante as refeições, qualidade e quantidade inadequada de alimentos levando ao desequilíbrio entre os macronutrientes e déficit dos micronutrientes”, esclarece a nutricionista.

O nutricionista especializado em nutrição infantil poderá contribuir muito para a prevenção/tratamento da obesidade, principalmente se a criança já apresentar excesso de peso ou erros alimentares.

A família deve participar intensamente durante o tratamento nutricional, colaborando na escolha e preparo dos alimentos consumidos dentro ou fora de casa, auxiliando no porcionamento dos pratos ou controle de quantidades nas refeições.

“Esse processo deve estimular mudanças no hábito e comportamento alimentar de maneira lenta e gradativa. Deve-se enfatizar que a criança e o adolescente têm grande responsabilidade no processo e que, para sua eficácia, é necessário contar com determinação, paciência, disciplina e mudanças no comportamento e nos conceitos relacionados à alimentação”, afirma Rose.

Os resultados esperados, manutenção e redução gradativa de peso (respectivamente para crianças e adolescentes pós-púberes), mudanças do hábito e comportamento alimentar, ocorrem a médio e longo prazo. “No entanto, quando se associa ao atendimento individual os grupos de educação nutricional, os resultados podem ser observados mais precocemente”, conclui Rose Patin.

.

Paula Craveiro
Assessora de Imprensa
Conselho Regional de Nutricionistas – 3ª Região (CRN-3)

(*) Dra. Rose Vega Patin (CRN-3: 5080) – Nutricionista graduada pelo Centro Universitário São Camilo. É especialista em Nutrição Materno-Infantil, mestre em Ciências Aplicadas à Pediatria – área nutrição – e doutoranda em Ciências, todos pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Também é colaboradora da Comissão de Comunicação do Conselho Regional de Nutricionistas – 3ª Região (CRN-3).

Obesidade infantil – Cuidados simples com a alimentação da criança podem evitar o problema

Nas últimas décadas, mudanças no estilo de vida e no hábito alimentar da população brasileira repercutiram no peso corporal, aumentando a prevalência de obesidade, inclusive no grupo de crianças e adolescentes.

“A obesidade na infância está associada ao maior risco de desenvolvimento precocemente de doenças crônicas não transmissíveis, como dislipidemias, hipertensão, diabetes, doenças cardiovasculares e problemas ortopédicos”, afirma a nutricionista Rose Vega Patin, colaboradora do Conselho Regional de Nutricionistas – 3ª Região (CRN-3). “Estudos também apontam que crianças e adolescentes obesos têm maior risco de se manterem obesos na vida adulta. Assim, é essencial prevenir a obesidade já na infância”.

Um dos fatores determinantes da obesidade infantil é a presença de hábitos e comportamentos alimentares inadequados.

A obesidade pode ser desencadeada já no primeiro ano de vida da criança, principalmente se esta tiver contato precoce com outros alimentos que não o leite materno ou se a introdução da alimentação complementar ocorrer de modo inadequado. “Para prevenir a obesidade, deve-se promover sempre a manutenção do aleitamento materno, evitando complementar com leite de vaca, fórmulas infantis ou introdução precoce de outros alimentos. Durante a fase de introdução da alimentação complementar, por volta do sexto mês, a criança está vulnerável a vários erros alimentares. Cuidados especiais são necessários para se oferecer alimentos na consistência e qualidade apropriadas para a idade”, explica a nutricionista.

A quantidade de alimentos oferecida na infância também pode ser determinante para o excesso de peso, com a oferta de alimentos de alta densidade energética, muitas vezes superior ao gasto energético.

Outro momento crítico é a alimentação realizada em ambiente escolar. “Famílias e escolas despreparadas expõem crianças e adolescentes a vários alimentos ricos em açúcar, gordura e sal, contribuindo para o excesso de peso”, adverte Rose Patin.

Os erros alimentares encontrados nas crianças obesas repercutirão diretamente no consumo energético diário. “Dentre esses comportamentos, pode-se destacar alguns mais frequentes como: horários irregulares (longos intervalos entre as refeições ou vários beliscos durante o dia), repetição de refeições ou alimentos, mastigação pouco eficiente e rápida durante as refeições, qualidade e quantidade inadequada de alimentos levando ao desequilíbrio entre os macronutrientes e déficit dos micronutrientes”, esclarece a nutricionista.

O nutricionista especializado em nutrição infantil poderá contribuir muito para a prevenção/tratamento da obesidade, principalmente se a criança já apresentar excesso de peso ou erros alimentares.

A família deve participar intensamente durante o tratamento nutricional, colaborando na escolha e preparo dos alimentos consumidos dentro ou fora de casa, auxiliando no porcionamento dos pratos ou controle de quantidades nas refeições.

“Esse processo deve estimular mudanças no hábito e comportamento alimentar de maneira lenta e gradativa. Deve-se enfatizar que a criança e o adolescente têm grande responsabilidade no processo e que, para sua eficácia, é necessário contar com determinação, paciência, disciplina e mudanças no comportamento e nos conceitos relacionados à alimentação”, afirma Rose.

Os resultados esperados, manutenção e redução gradativa de peso (respectivamente para crianças e adolescentes pós-púberes), mudanças do hábito e comportamento alimentar, ocorrem a médio e longo prazo. “No entanto, quando se associa ao atendimento individual os grupos de educação nutricional, os resultados podem ser observados mais precocemente”, conclui Rose Patin.

Paula Craveiro
Assessora de Imprensa
(11) 2783-9451

FONTE: Dra. Rose Vega Patin (CRN-3: 5080) – Nutricionista graduada pelo Centro Universitário São Camilo. É especialista em Nutrição Materno-Infantil, mestre em Ciências Aplicadas à Pediatria – área nutrição – e doutoranda em Ciências, todos pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Também é colaboradora da Comissão de Comunicação do Conselho Regional de Nutricionistas – 3ª Região (CRN-3).

Link

Alimentos funcionais: benefícios à saúde

Por Cláudia Ridel Juzwiak, nutricionista

Cada vez mais a ciência vem demonstrando a relevância da alimentação saudável para a manutenção da saúde e qualidade de vida. Recentemente, foram descobertas diversas substâncias presentes nos alimentos que, apesar de não serem nutrientes, também apresentam vários efeitos benéficos à saúde e que receberam o nome de “funcionais” ou bioativas.

Espera-se que o consumo regular de alimentos ricos em substâncias funcionais seja capaz de trazer benefícios ao organismo. Esses benefícios podem estar relacionados a resultados gerais como, por exemplo, a ação antioxidante, relacionada com a redução do risco de várias doenças causadas por radicais livres, enquanto outros têm ação específica no controle ou redução do risco de desenvolvimento de doenças, como a elevação do colesterol (hipercolesterolemia).

É importante destacar que nenhum desses alimentos isoladamente pode ser usado como “fórmula mágica” para solucionar problemas de saúde. Para obter o efeito desejado, eles devem fazer parte de uma dieta equilibrada e ajustada à necessidade de cada indivíduo.

Conheça alguns alimentos que fornecem substâncias bioativas e suas ações:

SOJA:
Apresenta em sua composição várias substâncias que podem contribuir para o efeito sobre a saúde cardiovascular, como as isoflavonas, proteínas e fibras.
Alegação: O consumo diário de 25g de proteína de soja pode auxiliar no controle do colesterol. Seu consumo deve vir associado a uma alimentação equilibrada e hábitos de vida saudáveis.
Ação atribuída: Redução do risco de doença cardiovascular: reduz o LDL (colesterol ruim) e aumenta o HDL (colesterol bom). Outras ações estão sendo investigadas, como redução no risco de alguns tipos de câncer, principalmente os que são “alimentados” por hormônios. Parece contribuir para atenuar os sintomas da menopausa.

AVEIA:
Este cereal é rico em beta-D-glucana, um tipo de fibra alimentar solúvel.
Alegação: A beta-D-glucana é considerada uma substância bioativa que auxilia na redução da absorção de colesterol. Seu consumo deve estar associado a uma alimentação equilibrada e hábitos de vida saudáveis. Cerca de 40g de farelo de aveia ou 60g de farinha de aveia fornecem quantidades de beta-D-glucana com ação efetiva.
Ação atribuída: Além da redução do colesterol, parece ter um possível efeito protetor no desenvolvimento do câncer de cólon e diminuição da absorção da glicose em diabéticos.

HORTALIÇAS:
As hortaliças fornecem inúmeras substâncias funcionais, além de vitaminas, minerais e fibras. Dentre as substâncias bioativas, destacam-se a luteína e a zeaxantina que agem em conjunto.
Alegação: A luteína e a zeaxantina tem ação antioxidante que protege as células contra os radicais livres. Seu consumo deve estar associado a uma alimentação equilibrada e hábitos de vida saudáveis. A luteína é encontrada em vários vegetais, com destaque para o espinafre, enquanto a zeaxantina é encontrada principalmente nos alimentos de coloração amarela intensa, como o milho e a gema de ovo.
Ação atribuída: Protegem principalmente a visão contra a ação dos radicais livres, reduzindo o risco de desenvolvimento de catarata e degeneração macular.
Observações: Age em parceria com outra substância, a zeaxantina, que é encontrada principalmente nos alimentos de coloração amarela intensa, como o milho e a gema de ovo.

FONTE: Profª. dra. Claudia Ridel Juzwiak é nutricionista e doutora em Ciências pela Universidade Federal de São Paulo. Atualmente é professora assistente da Universidade Católica de Santos.

Paula Craveiro
Assessora de Imprensa

Link

Graduação em Nutrição: Formação multifacetada, qualidade de ensino e mercado de trabalho

O vestibular é uma das fases mais sensíveis e importantes na trajetória de um estudante. Esse é um momento crucial, no qual esse jovem deverá decidir que caminho trilhará em sua vida profissional.

Para aqueles que pretendem se enveredar pela área da saúde, mas ainda estão em dúvida sobre qual faculdade fazer, uma ótima sugestão é o curso de Nutrição, que envolve não apenas conhecimentos acerca de alimentos, mas também sua relação com a saúde humana, relação esta que ultrapassa os limites de clínicas e hospitais, locais mais comuns para a atuação profissional de nutricionista, e estende-se para hotéis, restaurantes, áreas relacionadas à esportes e universidades, entre outrps segmentos.

No texto a seguir, a nutricionista Daniela Maria Alves Chaud, membro do Conselho Regional de Nutricionistas – 3ª Região (CRN-3), apresenta mais informações sobre o curso, mercado de trabalho e quesitos fundamentais a um bom curso de nutrição.

Para mais informações ou para agendamento de entrevista, entre em contato.
Paula Craveiro
Jornalista responsável | CRN-3

— — — — —

Graduação em Nutrição
Formação multifacetada, qualidade de ensino e mercado de trabalho

Por dra. Daniela Maria Alves Chaud*

O curso de graduação em nutrição tem por característica a formação multifacetada de nutricionistas, uma vez que a Ciência da Nutrição envolve conhecimentos sobre os alimentos e também sobre a relação entre o ser humano e esses alimentos.

Atualmente, a área de atuação do nutricionista se apresenta igualmente vasta. Áreas já consagradas e identificadas facilmente pela população ainda absorvem o profissional, como os empreendimentos que produzem e comercializam alimentos, e os que cuidam de pessoas, como hospitais, clínicas, spas, instituições de longa permanência para idosos, clínicas estéticas, entre outras. Em regiões metropolitanas, as possibilidades de atuação são enormes, seja em hotelaria e gastronomia, em academias de ginástica, em instituições de ensino, em órgãos governamentais e não-governamentais, entre tantos outros nichos em plena ascensão.

Tendo em vista que os cursos de graduação em nutrição devem contemplar uma ampla formação para possibilitar uma atuação responsável e criteriosa, são necessárias disciplinas de diversas áreas, tanto das aeras biológicas e sociais quanto, até mesmo, de exatas. Tais cursos devem assegurar, não somente uma formação teórica sólida, mas também a aplicação prática tão importante, garantida principalmente pelos estágios supervisionados.

Competências e crescimento profissional

As atuais recomendações legais para o ensino da nutrição incentivam que, durante a formação, as competências, atitudes, habilidades e posturas adequadas sejam asseveradas no decorrer do curso. Nesse contexto, o papel dos docentes é fundamental, uma vez que contribuem muito mais do que simplesmente com a transmissão de conceitos e conteúdos. Sua importância vai muito além ao situar os conhecimentos transmitidos no contexto social em constante transformação, e sempre aproximando a teoria de situações reais que envolvem postura profissional responsável, ética, cidadania e a busca constante pelo bem comum.

O período universitário pode (e deve) ser um período inesquecível de “metamorfose” do aluno que ingressa na universidade, cheio de expectativas, para um profissional preparado para atuar em um mundo competitivo e repleto de possibilidades de crescimento. Por analogia, a universidade pode ser comparada a um manancial: uma universidade deve oferecer aos seus alunos possibilidades de pesquisa, extensão, cursos extracurriculares e atividades extramuros. Contudo, para que haja um bom aproveitamento universitário, o aluno deve ter “sede”, deve aproveitar esse período que é, para a grande maioria, breve, com duração de apenas quatro anos.

Qualidade no ensino

Considera-se um curso de nutrição de qualidade os que, entre outros fatores:

Apresentam um projeto pedagógico atualizado e em consonância com as recomendações legais vigentes;

Conta com um corpo docente de altíssimo nível, ou seja, um corpo docente composto por professores qualificados e preparados para um processo contínuo de ensino-aprendizagem;

Conta com recursos físico-estruturais fundamentais, tais como um bom acervo bibliográfico, laboratórios, acesso à tecnologia da informação, entre outros, para que disciplinas teóricas, práticas e estágios supervisionados ocorram de maneira suficientemente adequada;

Proporciona aos seus alunos oportunidades de atuação em projetos de pesquisa e de extensão.

(*) Dra. Daniela Maria Alves Chaud (CRN-3: 5073) é graduada em nutrição pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas. É mestre e doutora em Ciências Aplicadas à Pediatria pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e especialista em Padrões Gastronômicos pela Universidade Anhembi Morumbi e em Saúde Pública pela Universidade de Ribeirão Preto (Unaerp). Atualmente é coordenadora do curso de nutrição da Universidade Presbiteriana Mackenzie, professora titular da Universidade Metodista de São Paulo (Umesp) e membro do Conselho Regional de Nutricionistas – 3ª Região (gestão 2008 – 2011).

Graduação em Nutrição: Formação multifacetada, qualidade de ensino e mercado de trabalho

O vestibular é uma das fases mais sensíveis e importantes na trajetória de um estudante. Esse é um momento crucial, no qual esse jovem deverá decidir que caminho trilhará em sua vida profissional.

Para aqueles que pretendem se enveredar pela área da saúde, mas ainda estão em dúvida sobre qual faculdade fazer, uma ótima sugestão é o curso de Nutrição, que envolve não apenas conhecimentos acerca de alimentos, mas também sua relação com a saúde humana, relação esta que ultrapassa os limites de clínicas e hospitais, locais mais comuns para a atuação profissional de nutricionista, e estende-se para hotéis, restaurantes, áreas relacionadas à esportes e universidades, entre outros segmentos.

No texto a seguir, a nutricionista Daniela Maria Alves Chaud, membro do Conselho Regional de Nutricionistas – 3ª Região (CRN-3), apresenta mais informações sobre o curso, mercado de trabalho e quesitos fundamentais a um bom curso de nutrição.

Para mais informações ou para agendamento de entrevista, entre em contato.

Paula Craveiro

Jornalista responsável
Assessora de imprensa

— — — — — —

Graduação em Nutrição
Formação multifacetada, qualidade de ensino e mercado de trabalho

Por dra. Daniela Maria Alves Chaud*

O curso de graduação em nutrição tem por característica a formação multifacetada de nutricionistas, uma vez que a Ciência da Nutrição envolve conhecimentos sobre os alimentos e também sobre a relação entre o ser humano e esses alimentos.

Atualmente, a área de atuação do nutricionista se apresenta igualmente vasta. Áreas já consagradas e identificadas facilmente pela população ainda absorvem o profissional, como os empreendimentos que produzem e comercializam alimentos, e os que cuidam de pessoas, como hospitais, clínicas, spas, instituições de longa permanência para idosos, clínicas estéticas, entre outras. Em regiões metropolitanas, as possibilidades de atuação são enormes, seja em hotelaria e gastronomia, em academias de ginástica, em instituições de ensino, em órgãos governamentais e não-governamentais, entre tantos outros nichos em plena ascensão.

Tendo em vista que os cursos de graduação em nutrição devem contemplar uma ampla formação para possibilitar uma atuação responsável e criteriosa, são necessárias disciplinas de diversas áreas, tanto das aeras biológicas e sociais quanto, até mesmo, de exatas. Tais cursos devem assegurar, não somente uma formação teórica sólida, mas também a aplicação prática tão importante, garantida principalmente pelos estágios supervisionados.

Competências e crescimento profissional

As atuais recomendações legais para o ensino da nutrição incentivam que, durante a formação, as competências, atitudes, habilidades e posturas adequadas sejam asseveradas no decorrer do curso. Nesse contexto, o papel dos docentes é fundamental, uma vez que contribuem muito mais do que simplesmente com a transmissão de conceitos e conteúdos. Sua importância vai muito além ao situar os conhecimentos transmitidos no contexto social em constante transformação, e sempre aproximando a teoria de situações reais que envolvem postura profissional responsável, ética, cidadania e a busca constante pelo bem comum.

O período universitário pode (e deve) ser um período inesquecível de “metamorfose” do aluno que ingressa na universidade, cheio de expectativas, para um profissional preparado para atuar em um mundo competitivo e repleto de possibilidades de crescimento. Por analogia, a universidade pode ser comparada a um manancial: uma universidade deve oferecer aos seus alunos possibilidades de pesquisa, extensão, cursos extracurriculares e atividades extramuros. Contudo, para que haja um bom aproveitamento universitário, o aluno deve ter “sede”, deve aproveitar esse período que é, para a grande maioria, breve, com duração de apenas quatro anos.

Qualidade no ensino

Considera-se um curso de nutrição de qualidade os que, entre outros fatores:

– Apresentam um projeto pedagógico atualizado e em consonância com as recomendações legais vigentes;
– Conta com um corpo docente de altíssimo nível, ou seja, um corpo docente composto por professores qualificados e preparados para um processo contínuo de ensino-aprendizagem;
– Conta com recursos físico-estruturais fundamentais, tais como um bom acervo bibliográfico, laboratórios, acesso à tecnologia da informação, entre outros, para que disciplinas teóricas, práticas e estágios supervisionados ocorram de maneira suficientemente adequada;
– Proporciona aos seus alunos oportunidades de atuação em projetos de pesquisa e de extensão.

FONTE: (*) Dra. Daniela Maria Alves Chaud (CRN-3: 5073) é graduada em nutrição pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas. É mestre e doutora em Ciências Aplicadas à Pediatria pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e especialista em Padrões Gastronômicos pela Universidade Anhembi Morumbi e em Saúde Pública pela Universidade de Ribeirão Preto (Unaerp). Atualmente é coordenadora do curso de nutrição da Universidade Presbiteriana Mackenzie, professora titular da Universidade Metodista de São Paulo (Umesp) e membro do Conselho Regional de Nutricionistas – 3ª Região (gestão 2008 – 2011).

Link

Hipertensão arterial

Tratamentos e mudanças comportamentais podem contribuir para regularização da pressão e manutenção da saúde

Por dra. Karine de Cássia Freitas*

A hipertensão arterial, ou pressão alta, é uma doença grave, considerada problema de saúde pública por sua magnitude, risco e dificuldade em seu controle. Equivale a um dos mais importantes fatores de risco para o desenvolvimento de Acidente Vascular Cerebral – AVC (derrame) e infarto do miocárdio.

No Brasil, ainda não se dispõe de estudos com representatividade significativa em nível nacional sobre a hipertensão arterial, mas pesquisas mostram prevalências elevadas, situando-se no patamar de 20 a 45% da população adulta.

A hipertensão é identificada por uma pressão sistólica do sangue (que se relaciona ao volume dos batimentos cardíacos), de 140 mmHg ou acima e uma pressão diastólica do sangue (que mede a resistência periférica dos vasos), de 90 mmHg ou acima. Mas é importante esclarecer que níveis de pressão sistólica acima de 130 mmHg e diastólica acima de 85 mmHg (pressão 14×8), já é considerado pressão alta e requer atenção.

Na maioria dos casos, desconhece-se a causa da hipertensão arterial. Porém, vários fatores podem ser associados a essa elevação, como sedentarismo, estresse, tabagismo, envelhecimento, histórico familiar, raça, gênero, peso corporal e fatores alimentares. Trata-se de uma doença assintomática e grande parte dos sintomas não tem relação direta com a pressão arterial. Dentre eles, pode-se citar: dor de cabeça (geralmente pela manhã), tontura, palpitações e desconforto precordial (dor no peito).

O tratamento da hipertensão arterial compreende dois tipos de abordagem: o farmacológico, com uso de medicamentos anti-hipertensivos; e o não-farmacológico, que se fundamenta em mudanças do estilo de vida que favoreçam a redução da pressão arterial.

Assim, o cloreto de sódio (sal de cozinha) é considerado um importante fator no desenvolvimento e na intensidade da hipertensão arterial. O consumo total de sódio pode ser considerado proveniente de três fontes: 75% de alimentos processados; 10% de sódio intrínseco, ou seja, presente naturalmente nos alimentos; e, 15% de sal de adição (aquele utilizado para tempero do alimento). A orientação nutricional ao hipertenso preconiza a não-ingestão de produtos processados como enlatados, embutidos, conservas, molhos e temperos prontos, caldos de carne, defumados, bebidas isotônicas, além de preparo das refeições com pouco sal e não utilização do saleiro a mesa.

O uso de substitutos de sal, como cloreto de potássio, pode ser feito. Porém, é preciso lembrar que o emprego desses substitutos deverá ser cuidadosamente monitorado nos quadros clínicos de insuficiência renal. Para que haja mais palatabilidade e aceitação, recomenda-se o uso de molhos à base de frutas, ervas aromáticas e vinagrete no preparo dos alimentos.

Paralelo à redução da ingestão de sódio, deve-se elevar a ingestão de potássio, por meio da própria alimentação, sendo importante ressaltar que essa orientação não é indicada a pacientes com problemas renais. Essa recomendação pode ser alcançada mediante aumento do consumo de alimentos ricos em potássio, como: frutas (amora, abacate, banana, melão, maracujá), grão e cereais (feijão, grão de bico, ervilha fresca e seca, aveia, germe de trigo), hortaliças (beterraba, batata, rabanete, cenoura, cará, salsa, almeirão, couve-manteiga, chicória, espinafre), entre outros.

A associação entre hipertensão arterial e obesidade é reconhecida há muitos anos. A redução de peso é a maneira não-farmacológica mais efetiva no controle da pressão arterial, e mesmo pequenas reduções têm diminuído significantemente a pressão, bem como riscos cardiovasculares, melhorando inclusive a resposta a drogas anti-hipertensivas.

Além das medidas citadas anteriormente, atitudes como a realização regular de exercícios físicos, restrição do consumo de álcool e abandono do tabagismo equivalem a práticas necessárias ao controle da hipertensão arterial.

As medidas terapêuticas não-farmacológicas para tratamento da hipertensão fazem parte de uma mudança comportamental global. A incorporação de novos hábitos de vida auxilia na manutenção dos benefícios alcançados, desde que essas mudanças sejam permanentes.

(*) Dra. Karine de Cássia Freitas (CRN-3: 9658) é nutricionista, mestre em Ciências e doutoranda em Nutrição pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e colaboradora da Comissão de Comunicação do CRN-3 – Gestão 2008-2011.

Paula Craveiro
Assessoria de Imprensa – CRN-3

Link

Conselho Regional de Nutricionistas lança novo site

O Conselho Regional de Nutricionistas – 3ª Região (CRN-3), atuante nos Estados de Mato Grosso do Sul e São Paulo, estreou hoje seu novo site. Mais bonito e dinâmico, o site apresenta um visual mais leve e convidativo, e dá destaque a áreas como notícias, eventos/cursos e informações úteis aos profissionais da área de nutrição.

Segundo a Comissão de Comunicação do Conselho, responsável pelo novo visual do veículo, as mudanças visam facilitar o acesso às informações e incentivar nutricionistas e técnicos em nutrição e dietética inscritos no CRN-3 a utilizarem cada vez mais os serviços on-line disponibilizados, de modo a facilitar e agilizar a resolução de problemas e questionamentos.

No novo site também é possível obter informações sobre a história da entidade e sua missão, informações sobre legislação, participar de sorteios de inscrições para cursos e eventos, acessar o conteúdo das últimas edições da revista do Conselho (CRN-3 Notícias), entre outros.

Conheça o site: www.crn3.org.br

Paula Craveiro

Jornalista Responsável
Assessora de imprensa

Link

CRN-3 recomenda aumento no consumo de verduras, legumes e frutas na alimentação diária

O Conselho Regional de Nutricionistas -3ª Região (CRN-3), atuante nos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, entre outras atividades, busca incentivar a prática alimentar saudável, divulgando a necessidade do consumo diário de verduras, legumes e frutas nas refeições, que constituem parcela essencial para a composição de uma dieta equilibrada devido ao elevado teor de micronutrientes, fibras e compostos bioativos com propriedades funcionais.


De acordo com  dados do Ministério da Saúde (MS), o consumo de frutas, hortaliças e verduras ainda é bastante baixo no Brasil. Segundo pesquisa encomendada pelo MS (realizada pelo Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico [Vigitel], em parceria com o Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo, nas capitais dos 26 Estados do país e no Distrito Federal, divulgado em abril de 2008), apenas 17,7% da população brasileira atende às recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) de comer cinco porções diárias destes alimentos. A maior regularidade de consumo foi encontrada em São Paulo, que apresentou 23% da amostra com esse comportamento, sendo que as mulheres têm mais esse costume (27%), enquanto os homens representam 18%.
consumo de carnes com gorduras aparentes faz parte do dia-a-dia de 32,8% da população e 29% dos adultos são sedentários. Em geral, as brasileiras têm cuidado mais da saúde: alimentam-se melhor, fumam menos, são menos sedentárias, bebem menos, têm menos excesso de peso.


Evidências epidemiológicas mostram associação inversa entre o consumo de frutas, legumes e verduras e o risco de doenças cardiovasculares e determinados tipos de câncer. A verificação da ocorrência de transição epidemiológica ao mesmo tempo em que ocorre a transição nutricional tem destacado a dieta como um importante fator de promoção e manutenção da saúde, tendo papel determinante nas deficiências nutricionais e doenças crônicas não transmissíveis.


Em termos culturais, o baixo consumo deste grupo alimentar tem origens socioantropológicas e, por isso, a perspectiva de socialização de informação para apoio dos indivíduos na seleção de alimentos é fundamental. Dra. Olga Maria Silverio Amancio, presidente do CRN-3, enfatiza que:Ações como essa do CRN-3, destinadas a chamar a atenção da população para a necessidade do aumento do consumo diário de frutas, verduras e legumes, estimulam hábitos alimentares saudáveis”.


Uma alimentação saudável tem por característica três princípios básicoss: variedade: comer diversos tipos de alimentos pertencentes aos variados grupos alimentares; moderação: não exagerar nas quantidades de alimentos ingeridas; e equilíbrio: o consumo de alimentos variados deve respeitar a quantidade de porções recomendadas para cada grupo alimentar.


Para mais informações sobre a pesquisa do Ministério da Saúde e alimentação saudável, o CRN-3 disponibiliza fontes.

Assessoria de Imprensa – CRN-3
Paula Craveiro