Pinacoteca de São Paulo apresenta exposição com obras da Coleção Roger Wright

A Pinacoteca de São Paulo recebe a partir do dia 27 de agosto a exposição Vanguarda brasileira dos anos 1960 – Coleção Roger Wright, composta por 50 obras realizadas entre as décadas de 1960 e 1970 no Brasil pelos artistas mais representativos do período, como Wesley Duke Lee, Claudio Tozzi, Antonio Dias, Cildo Meireles, Nelson Leirner, Raymundo Colares, Rubens Gerchman, Carlos Zilio, entre outros.

A mostra celebra o comodato de 178 obras estabelecido em março de 2015 entre a Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, a Pinacoteca e a Associação Cultural Goivos, responsável pela Coleção Roger Wright. Também dá continuidade à narrativa iniciada com a exposição Arte no Brasil: Uma história na Pinacoteca de São Paulo, em cartaz no segundo andar até o dia 12 de setembro de 2016 e que apresenta os desdobramentos da história da arte no Brasil do período colonial aos primeiros anos do modernismo em 1920.

SERVIÇO
Exposição Vanguarda brasileira dos anos 1960 – Coleção Roger Wright 
De: 27/08/2016 a 27/08/2019
Horário: quartas a segundas-feiras, das 10h às 17h30
Ingresso: R$ 6,00 (inteira) e R$ 3,00 (meia entrada). Crianças até 10 anos e adultos com mais de 60 não pagam. Aos sábados, a entrada é gratuita a todos os visitantes.
Local: Pinacoteca do Estado de São Paulo
Endereço: Praça da Luz, 02
Informações: (11) 3324 1000

01Inserções em circuitos Ideológico – 1970 – Cildo Meireles
02
Relevo Espacial – Helio Oiticica
04
Trapézio ou uma Confissão – Wesley Duke Lee
03Caubói – 1976 – Geraldo de Barros

 

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Exposição IN{nós}, do artista plástico Vinicius Parisi, abre ao público em 26 de agosto, em São Paulo

Entre os dias 26 de agosto e 26 de setembro, a Luis Maluf art gallery receberá a Exposição IN{nós}, do artista plástico paulistano Vinicius Parisi.

Para a mostra, Parisi usa a figura da mulher como meio para fruição, sugerindo ao público, por meio de suas pinturas, uma imersão ao universo interior que existe em cada um.

Em seu processo criativo, o resultado final é conseguido por meio de cortes, recortes, desenhos e intervenções digitais sobre uma imagem real, antes da sua execução final sobre o suporte (madeira). Suas ações recriam mulheres idealizadas e originadas de seu repertório imagético. Desta forma, elas saem do real para ocupar um lugar no imaginário coletivo e, ainda que suas personagens sejam fictícias deste ponto de vista, são verdadeiras pela perspectiva existencial e poética.

Sobre Vinicius Parisi – Artista plástico paulistano, graduado em Design de Produto. Iniciou seus trabalhos artísticos com pinturas em pranchas de surf, motivado pela afinidade com o esporte. Posteriormente, projetou-se no mercado a partir de exposições coletivas itinerantes em algumas faculdades de São Paulo. Em 2013, ingressou no mercado de moda, desenvolvendo ilustrações assinadas para uma conceituada marca internacional de surfwear. Atualmente, vem direcionando suas criações em quadros de madeira com uma linguagem contemporânea, interligando elementos geométricos ao figurativo, por meio de sobreposições translúcidas, utilizando técnicas mistas. Também está à frente do Estúdio 50, com a arquiteta Pedrinha Parisi.

Serviço
Exposição IN{nós}, de Vinicius Parisi
Curadoria de Francisco Rosa
Data: 26 de agosto a 26 de setembro de 2016
Horário: das 11h às 20h
Local: Luis Maluf art gallery
Endereço: Rua Peixoto Gomide, 1887 – Jardins – São Paulo/SP

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Sindicato dos Jornalistas de São Paulo condena atuação do IG em caso de assédio sexual

Em 29 de junho de 2016, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP) divulgou à imprensa nota em que repudia a atuação do Portal IG em relação ao assédio sexual sofrido por uma de suas estagiárias de jornalismo (caso Biel) enquanto desempenhava função jornalística.

Para o SJSP, a empresa errou ao colocar uma estagiária para fazer trabalho de um jornalista profissional; ao punir a vítima do assédio com a demissão injustificada; e ao demitir a jornalista responsável pela atitude correta de tornar público o assédio. “Para a direção do Sindicato, o IG expôs a estagiária desde o momento que a empresa escalou a estudante de jornalismo para realizar cobertura sem supervisão de um jornalista, obrigando-a a exercer o papel de um profissional. Ao fazer isso, reproduz a atitude condenável de diversas empresas de comunicação que subvertem o estágio – cuja função deveria ser pedagógica, como complemento à formação acadêmica –, transformando os estagiários em mão-de-obra barata para substituir profissionais”, afirma o SJSP em nota.

A demissão após divulgação do fato e a publicação de nota em todas as matérias afirmando que “o Portal IG e seus funcionários repudiam qualquer forma de assédio ou agressão à mulher” é, na visão do sindicato, uma forma de ampliar a violência contra a vítima, causando novas perdas, possivelmente por pressão do agressor e de seus representantes comerciais. “É uma atitude que cobre de vergonha o Portal IG e sua atividade na área do jornalismo. A punição à estagiária que teve a coragem de fazer a denúncia e à jornalista que divulgou as informações (por meio do próprio portal) reforça o receio que muitas mulheres vítimas de assédio e violência sexual têm de serem culpabilizadas, em um momento no qual outras jornalistas vêm à público denunciar casos como este. Elas têm de ser apoiadas, e os agressores responsabilizados e punidos”, ressalta o Sindicato.

Sabe-se, infelizmente, que a violência sexual é recorrente em nossa sociedade, e que no exercício do jornalismo muitas mulheres passam por situações de assédio, seja em coberturas ou dentro das redações. “A saída é quebrar o silêncio e lutar pela punição dos agressores. O Sindicato dos Jornalistas se coloca à disposição de todo profissional que busque espaço seguro para realizar denúncias”. O site do sindicato é www.sjsp.org.br.

Painel debate necessidades e expectativas das empresas de capital fechado

São Paulo, 29 de junho de 2016 – Iniciando o segundo dia do 18º Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais, o painel “Empresas de Capital Fechado – Necessidades de Capital e Expectativas” debateu o atual cenário macroeconômico e político brasileiro e a importância da transparência e da governança para o crescimento das companhias de capital fechado.

“Nos últimos anos, o país tem apresentado ciclos de variação econômica e política muito curtos, o que invariavelmente dificulta a realização de um planejamento eficiente em longo prazo”, afirmou Joaquim de Oliveira, sócio das áreas Bancário e Financiamentos, Mercado de Capitais, Fusões e Aquisições e Private Equity da Souza Cescon Advogados.

Governança e transparência

A efetivação de práticas de governança nas companhias de capital fechado, assim como ocorre em empresas listadas, tem se mostrado um processo extremamente relevante. “Quando se abre o capital, tem-se acesso a recursos de longo prazo, mas sem a pressão por retorno mais imediato, além da opção por ampliação de recursos e maior poder de barganha com as instituições bancárias”, destacou Thomas Brull, diretor da AEGEA. No entanto, ele lembrou que essa “vantagem” traz consigo a necessidade de muito mais disciplina na gestão dos ativos e da empresa, bem como mais qualidade e clareza na prestação de contas.

Sidney Chameh, sócio-fundador da DGF Investimentos, destacou a importância da transparência, da governança e do compartilhamento de informações como aspectos essenciais à sobrevivência de uma empresa em um mercado tão instável e, ao mesmo tempo, competitivo como o brasileiro. “Diariamente, vemos dificuldades como falta de infraestrutura, problemas com legislação, falta de perspectiva. Ou seja, aspectos que tornam o planejamento das companhias cada vez mais difícil e, por isso, imprescindível. Quem consegue sobreviver neste mercado, apesar de todas as adversidades, pode se considerar um grande vencedor”, afirmou Chameh.

Oportunidades de negócios

Embora essas adversidades possam ser vistas, em um primeiro momento, sob um viés negativo, o head hunter da Flow, Thiago Pimenta, alertou para a necessidade de estar atento às oportunidades que podem surgir. “É inegável que o país está passando por um período bastante turbulento, que mescla instabilidade política e econômica, redução das taxas de confiança, companhias perdendo market share, falta de liquidez, entre outros aspectos. No entanto, este também é um momento que oferece muito aprendizado àqueles que estiverem atentos e dispostos a aprender com as dificuldades”, ponderou Pimenta.

A mesma visão é compartilhada por Joaquim de Oliveira, da Souza Cescon Advogados. “As últimas duas décadas foram marcadas por intensas transformações, representando um avanço significativo no tocante à questão regulatória e ao próprio mercado. Acredito que, mesmo diante de um cenário conturbado como o atual, haja um ambiente propício às empresas menores de capital fechado”, diz o executivo.

Oportunidades de trabalho

Pimenta, da Flow, ressaltou que o momento também é bastante adequado às empresas que buscam construir times de alto desempenho, uma vez que muitos profissionais altamente capacitados estão disponíveis no mercado ou em busca de novos desafios profissionais.

Este ponto foi reforçado pela fala dos demais participantes do painel, que reforçaram a necessidade de as empresas reterem talentos no mercado nacional. Com a atual crise, muitas companhias estão abrindo mão de seus profissionais, que passam a buscar alternativas no mercado externo. Para os palestrantes, existe uma onda de pessimismo tomando conta de todos e que isso impede que se vejam as possibilidades que podem vir a partir da crise, dificultando a visualização de alternativas.

“Isso quase sempre é seguido pelo desejo de sair do país em busca de oportunidades. Essa decisão representa, do ponto de vista das companhias e do mercado, de modo geral, a perda de talentos; porém, representa oportunidades para aqueles que optam por ficar”, ponderou Pimenta.

Nova atribuição ao RI

Outro aspecto debatido foi a necessidade de o profissional de Relações com Investidores (RI) adotar uma nova atribuição, que é se comunicar não apenas com os investidores, mas também com todos os demais públicos da companhia que ele representa. “Este profissional tem, por princípio, a necessidade de estar a par de todos os aspectos relevantes de sua empresa e isso envolve não apenas temas de cunho financeiro”, disse Joaquim de Oliveira.

“Os RI também poderiam se comunicar com o mercado, transcendendo a noção de mercado financeiro e ampliando sua atuação e representatividade”, concluiu Thiago Pimenta.

Sobre o Encontro Nacional de RI e Mercado de Capitais: ponto de encontro entre agentes do mercado de capitais, o evento propõe neste ano debater temas como a necessidade do profissional de RI se adaptar a demandas dos investidores, especialmente nas áreas de risco, compliance e jurídica.

O Encontro Nacional é patrocinado pelas empresas: BM&FBovespa, Bloomberg, BNY Mellon, Bradesco, Chorus Call, Crowe Horwath, Deloitte, Diligent, Itaú Unibanco, MZ Boardvantage, RIWeb, RR Donnelley, Sabesp, Saint Paul Editora, Souza Cescon, SulAmérica, TheMediaGroup, Valor Econômico e Wittel.

Serviço
18º Encontro Nacional de RI e Mercado de Capitais – IBRI e ABRASCA
Data: 28 e 29 de junho de 2016
Horário: das 14h às 19h (28/06) e das 9h às 17h30 (29/06)
Local: Fecomercio (Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – Bela Vista – São Paulo – SP)
Mais informações: www.encontroderi.com.br

Assessoria de Comunicação do IBRI
Paula Craveiro – paula@digitalassessoria.com.br

IBRI e Deloitte lançam estudo com foco em gestão de riscos e na atuação estratégica do RI

São Paulo, 28 de junho de 2016 – O IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) e a Deloitte lançaram no primeiro dia do 18º Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais, iniciado hoje em São Paulo, a pesquisa “Gestão de Riscos e RIs – Evolução Contínua para Criar e Preservar Valor nas Relações com Investidores”.

O estudo mostrou que, nos últimos anos, a área de Relações com os Investidores (RI) tem passado por um intenso processo evolutivo em resposta aos novos desafios impostos pelo mercado e à demanda por profissionais de RI com perfil mais estratégico dentro das companhias. Além de divulgar informações financeiras e gerir processos da área de maneira eficaz, o RI precisa estar cada vez mais em linha com os objetivos de negócio e atento às oportunidades e aos riscos que surgem no dia a dia de sua empresa.

Perfil estratégico e gestão de riscos

A pesquisa mostrou que 45% dos entrevistados destacaram o perfil estratégico como aquele que mais bem representa sua área dentro das empresas. Outros atributos destacados foram os papéis de comunicador (19%), catalisador e operador (ambos com 18% cada).

“Esse percentual indica o ganho de relevância do profissional de RI, que cada vez mais deve estar ciente das novas demandas por informação, tanto dentro quanto fora da empresa, bem como atuar em conjunto com as áreas de gestão de risco e de controles internos para promover um ambiente de confiança e mais transparente”, explicou o vice-presidente do IBRI, Ricardo Rosanova Garcia.

Gestão de riscos nas empresas

Ainda de acordo com o estudo, a área de gestão de riscos também vem vivenciando uma série de transformações ao longo dos anos, seja por causa das exigências dos órgãos reguladores, seja pelas exigências de investidores e do mercado de capitais por mais transparência.

A visão do RI sobre a gestão de riscos e sua avaliação sobre como sua função pode impactar o valor do negócio deve contribuir para a assimilação de ambas as áreas. A pesquisa revelou que praticamente 90% dos entrevistados concordam que boas práticas corporativas de gestão de riscos e de controles internos têm impacto positivo para atrair e reter investidores; já 87% dos pesquisados acreditam na influência positiva dessas boas práticas sobre o preço da ação.

“Em um contexto de maior divulgação de informações financeiras e não financeiras, o RI tem de estar pronto para responder aos questionamentos dos agentes de mercado sobre os riscos inerentes ao negócio. É importante também que a área se engaje em uma conversa de profundidade com os investidores e stakeholders sobre este tema”, destacou Bruce Mescher, sócio da área de Auditoria da Deloitte.

Embora o levantamento do IBRI e da Deloitte tenha verificado um perfil mais estratégico e, portanto, mais atento a questões de gestão de risco, também foi apurado que aproximadamente 39% dos entrevistados avaliaram como baixo o nível de engajamento dos profissionais de RI com as estruturas de gestão de riscos e de controles de suas organizações.

Perspectivas para o próximo ano

A pesquisa também analisou quais são os tópicos de risco que os RI consideram mais preocupantes para os investidores para os próximos 12 meses. Entre os temas estão as ameaças relativas ao modelo de negócio (64%), a preocupação com o crescimento orgânico (63%) e com investimentos em inovação (46%).

Outro item analisado foi o novo relatório de auditoria, uma ferramenta ainda desconhecida para o RI. Quarenta por cento dos entrevistados afirmaram não estarem familiarizados com o sistema, porém, entre os que puderam avaliar seu impacto na comunicação com o mercado, mais da metade acredita que as mudanças serão positivas, uma vez que facilitarão o processo de divulgação das informações.

Sobre o Encontro Nacional de RI e Mercado de Capitais: ponto de encontro entre agentes do mercado de capitais, o evento propõe neste ano debater temas como a necessidade do profissional de RI se adaptar a demandas dos investidores, especialmente nas áreas de risco, compliance e jurídica.

O Encontro Nacional é patrocinado pelas empresas: BM&FBovespa, Bloomberg, BNY Mellon, Bradesco, Chorus Call, Crowe Horwath, Deloitte, Diligent, Itaú Unibanco, MZ Boardvantage, RIWeb, RR Donnelley, Sabesp, Saint Paul Editora, Souza Cescon, SulAmérica, TheMediaGroup, Valor Econômico e Wittel.

Serviço
18º Encontro Nacional de RI e Mercado de Capitais – IBRI e ABRASCA
Data: 28 e 29 de junho de 2016
Horário: das 14h às 19h (28/06) e das 9h às 17h30 (29/06)
Local: Fecomercio (Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – Bela Vista – São Paulo – SP)
Mais informações: http://www.encontroderi.com.br
Credenciamento de Imprensa – rodney@digitalassessoria.com.br

Assessoria de Comunicação do IBRI
Paula Craveiro – paula@digitalassessoria.com.br

Começou hoje o 18º Encontro Nacional de RI e Mercado de Capitais, em São Paulo

São Paulo, 28 de junho de 2016 – Teve início hoje, em São Paulo, no auditório da Fecomercio, o 18º Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais, promovido pelo IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) e pela ABRASCA (Associação Brasileira das Companhias Abertas).

Sob o tema principal “A Gestão de Crise e de Risco”, o evento foi iniciado por Edmar Lopes, presidente do Conselho de Administração do IBRI. Lopes destacou a importância do Encontro Nacional para a divulgação de novas e melhores práticas, bem como para a compreensão do que está ocorrendo no mercado.

“Durante o encontro serão debatidos temas de grande relevância, pertinentes aos profissionais de Relações com os Investidores, cujo escopo de trabalho foi consideravelmente ampliado nos últimos anos. Este profissional tem hoje a importante missão de transmitir, com clareza e objetividade, o que está acontecendo tanto dentro quanto fora de sua empresa”, ressaltou o executivo, complementando a necessidade de este profissional estar sempre atento e bem informado.

Em sua fala, o presidente da ABRASCA, Antonio Castro, comentou a importância dos temas que serão abordados durante o encontro. “A maioria dos assuntos tem relação com gestão de crise e de risco, bem como com a importância da comunicação e da adoção das melhores práticas, e, diante do atual cenário político e econômico nacional, isso não poderia passar despercebido. São temas bastante atuais e de grande valia para o dia a dia do mercado”.

O diretor da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), Pablo Renteria, também ressaltou a qualidade da programação e pontuou a importância e a urgência de se discutir questões como melhores práticas em comunicação, ética nos negócios, a evolução do profissional de RI e de seu papel, bem como a gestão de riscos e crises. “É comum ouvirmos dizer que o mercado está parado, mas isso, para os profissionais de Relações com os Investidores, não é exatamente verdadeiro. Acredito que nunca vivemos uma época tão conturbada, em que a comunicação do RI com seus públicos de interesse tenha sido tão necessária”, ele concluiu.

Sobre o Encontro Nacional de RI e Mercado de Capitais: ponto de encontro entre agentes do mercado de capitais, o evento propõe neste ano debater temas como a necessidade do profissional de RI se adaptar a demandas dos investidores, especialmente nas áreas de risco, compliance e jurídica.

O Encontro Nacional é patrocinado pelas empresas: BM&FBovespa, Bloomberg, BNY Mellon, Bradesco, Chorus Call, Crowe Horwath, Deloitte, Diligent, Itaú Unibanco, MZ Boardvantage, RIWeb, RR Donnelley, Sabesp, Saint Paul Editora, Souza Cescon, SulAmérica, TheMediaGroup, Valor Econômico e Wittel.

Serviço
18º Encontro Nacional de RI e Mercado de Capitais – IBRI e ABRASCA
Data: 28 e 29 de junho de 2016
Horário: das 14h às 19h (28/06) e das 9h às 17h30 (29/06)
Local: Fecomercio (Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – Bela Vista – São Paulo – SP)
Mais informações: www.encontroderi.com.br

Assessoria de Comunicação do IBRI
Paula Craveiro – paula@digitalassessoria.com.br

CODIM divulga pronunciamento sobre ativos intangíveis

São Paulo, 09 de junho de 2016 – O CODIM (Comitê de Orientação para Divulgação de Informações ao Mercado) realizou hoje uma coletiva de imprensa, na sede da APIMEC SP (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais), para apresentar o Pronunciamento de Orientação do CODIM nº 20 sobre a divulgação dos ativos intangíveis.

O pronunciamento trata da necessidade de formalizar orientações sobre a importância da divulgação dos ativos intangíveis pelas companhias.

A apresentação foi feita pelos relatores do pronunciamento, Cecília Geron, da ANEFAC (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), e Rogério Vieira de Andrade, do CFC (Conselho Federal de Contabilidade). Também participaram da coletiva Haroldo Levy Neto, da APIMEC, Helmut Bossert, do IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores), coordenadores do CODIM.

O Pronunciamento de Orientação nº 20 está disponível, na íntegra, no link: http://www.projup.com.br/arq/121/arq_121_221599.pdf.

Sobre o CODIM
A coordenação do CODIM é dividida entre o IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) e a APIMEC (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais), e conta com a participação das entidades: ABRASCA (Associação Brasileira das Companhias Abertas), ABRAPP (Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar), ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), ANEFAC (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), AMEC (Associação de Investidores no Mercado de Capitais), ANCORD (Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias);,BM&FBOVESPA, CFC (Conselho Federal de Contabilidade), IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa) e IBRACON (Instituto dos Auditores Independentes do Brasil). Tem ainda a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) como membro observador .
www.codim.org.br

ASSESSORIA DE IMPRENSA – CODIM
Paula Craveiro – paula@digitalassessoria.com.br

Formando cidadãos show de bola

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Nascido e criado no Jardim Irene, uma comunidade carente da periferia de São Paulo, Marcos Evangelista de Morais, o Cafu, teve sua vida modificada por meio do esporte. Apaixonado por futebol desde a infância, foi dentro dos campos que ele teve a oportunidade de melhorar de vida, de ajudar sua família e, também, retribuir à sociedade as oportunidades que a vida e seu trabalho lhe deram.

Em 2004, criou a Fundação Cafu com o objetivo de desenvolver programas que incentivassem a inclusão social da comunidade do Jardim Irene e de bairros vizinhos, orientando os participantes dos projetos a buscarem seus direitos como cidadãos e tornarem-se agentes transformadores de sua própria realidade. Atualmente, a organização atende a cerca de 950 crianças e jovens com idades entre 3 e 17 anos, e 300 adultos.

Em entrevista à Revista Filantropia, Cafu fala sobre sua fundação e os desafios da captação de recursos no Terceiro Setor. 

Revista Filantropia: Como surgiu a ideia de criar uma fundação? O que despertou sua atenção para a área social?

Cafu: Meu interesse pela área social começou na infância, influenciado pela minha mãe, que sempre procurou ajudar as instituições da região. Ela costumava fazer doações e organizar bingos e leilões. Com o tempo, passei a viajar pelo mundo inteiro e, sempre que possível, trazia alguma coisa diferente para que ela pudesse oferecer nesses eventos.

A ideia de criar a Fundação Cafu surgiu como uma consequência natural daquilo que eu via sendo praticado dentro da casa. O objetivo da fundação foi dar um pouco mais de visibilidade para periferia, principalmente para o Jardim Irene, bairro onde nasci e cresci. Essa é uma região muito grande e muito carente de oportunidades. Na minha época, não existia oportunidade; tínhamos apenas um campinho de futebol improvisado em um terreno baldio, mas não havia espaço para que a gente pudesse expressar nossa inteligência, aprender uma profissão, para sermos efetivamente incluídos na sociedade.

RF: Pensando na questão da inclusão social e na abertura de possibilidades para os jovens do entorno da fundação, quais são os principais projetos desenvolvidos?

Cafu: Atualmente, contamos com cerca de 20 projetos, nas áreas de esporte, arte e cultura, geração de renda e profissionalizante, e saúde. Todos os nossos projetos podem ser considerados “carros-chefes”, pois têm função complementar, ou seja, eles não concorrem entre entre si. Neles, cada criança tem a chance de desenvolver atividades variadas. Elas podem testar suas aptidões para bateria, canto, dança, pintura, basquete, futebol, corte e costura, cabeleireiro, artesanato. Acredito que um dos principais diferenciais dos nossos projetos seja justamente essa possibilidade de as crianças testarem seus limites e aptidões, sem que seja imposta essa ou aquela atividade. Nossa proposta é incentivá-las de acordo com o que elas têm capacidade. Para isso, contamos com profissionais, que vão acompanhando e orientando a cada etapa.

RF: Como o esporte pode auxiliar no desenvolvimento de crianças e de jovens?

Cafu: O esporte tem o poder de ajudar as pessoas de todas as maneiras, pois é uma ferramenta fantástica para atingir o desenvolvimento cultural e social de uma criança. Por meio da prática esportiva você pode fazer com que a criança se integre na sociedade de uma maneira melhor, aprenda a se relacionar, a ter disciplina, a trabalhar em grupo. O esporte é uma ferramenta, o futebol para a guerra, une pessoas. O esporte é uma ferramenta fantástica sabendo usa-la.

RF: Como é feito o processo de seleção dos participantes dos projetos?

Cafu: A seleção de crianças e de jovens é feita com o auxílio de psicólogo, pedagoga, assistente social e da secretária geral da fundação. Os interessados em participar dos projetos procuram a Fundação Cafu e fazem sua inscrição. Depois, essa equipe multidisciplinar inicia o processo de triagem, no qual é verificado se essas pessoas realmente precisam e têm condições de participar das atividades oferecidas.

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Cafu e crianças participantes dos projetos desenvolvidos pela Fundação Cafu, no Jardim Irene, em São Paulo.

RF: Para a execução e manutenção dos projetos, a fundação conta com o apoio de alguma outra instituição ou empresa? Ou todos os projetos são desenvolvidos por funcionários e da instituição?

Cafu: Atualmente, contamos com uma equipe de 16 funcionários contratados, que auxiliam nas atividades e na gestão da fundação, além de um grupo de voluntários.

RF: Como a fundação é mantida?

Cafu: A maior parte da renda que ajuda na manutenção da fundação é captada por meio de doações de empresas e de pessoas físicas, eventos, jogos beneficentes, jantar que promovemos uma vez por ano, leilões, bingos, venda de camisas e, também, parcerias. Às vezes, quando participo de algum evento, parte do que é arrecadado também é revertido para a fundação. Tudo é motivo para captar recursos, mas isso tem sido bastante difícil.

RF: Nesta edição da Revista Filantropia, a matéria de capa abordará justamente a questão da dificuldade que algumas organizações sociais estão enfrentando em relação às doações e à dificuldade de manter projetos e, até mesmo, as instituições. Como a Fundação Cafu tem sentido essa questão?

Cafu: A crise econômica tem sido uma justificativa recorrente para a diminuição dos valores doados, o que resultou para a fundação em uma queda de 70% na captação de recursos. Essa queda no volume de recursos tem afetado nosso desempenho, porque o custo para se manter uma fundação é muito alto, ainda mais em um país em que as instituições disputam espaço e doadores, e precisam o tempo todo mostrar para as empresas que o terceiro setor é setor importantíssimo e que ter seu nome associado a uma instituição séria é muito importante também. Mas apesar dessa queda de 70%, felizmente ainda não existe a possibilidade de encerarmos nenhuma atividade. Porém, temos um padrão de qualidade a ser seguido na prestação dos nossos serviços e se ela começar a cair, aí precisaremos repensar algumas coisas, reavaliar o que estamos fazendo. Espero que isso não aconteça, mas vivendo na crise em que vivemos hoje, não seria nenhum espanto se acontecesse.

RF: Para tentar driblar a crise, você acredita que seja válida a criação de parcerias entre as associações?

Cafu: Sem dúvida. Inclusive nós já visitamos várias instituições, como a Fundação Gol de Letra. Mas nem sempre é tão fácil viabilizar essas parcerias na prática, ainda mais em um momento em que todas as fundações e associações estão sofrendo com o problema da escassez de recursos para dar continuidade aos seus projetos. Mas a possibilidade e o interesse nessas parcerias sempre existem.

RF: Como você avalia a atuação do governo em questões sociais?

Cafu: A atuação é péssima, não dá para negar. Falta engajamento, comprometimento com as fundações e as entidades do Terceiro Setor que querem verdadeiramente ajudar e fazer a diferença na vida das pessoas. Acredito que poderia ser feito muito mais do que estão fazendo. Mas enquanto os governos se omitem, a população mais carente pode contar com o suporte de organizações sociais competentes, que, mesmo em meio à crise, tem buscado fazer o seu melhor, de maneira a oferecer meios de nossas crianças se integrarem à sociedade e de nossos jovens terem acesso aos estudos e a uma profissão.

RF: Quais pautas deveriam ser tratadas com prioridade no Brasil?

Cafu: Tendo em vista a situação em que nosso país se encontra, eu diria que tudo é prioridade. Tem muita coisa errada acontecendo, muita coisa sendo negligenciada. Mas acredito que os primeiros itens da lista deveriam ser educação e saúde. Educação por ser o principal caminho para uma vida melhor, para abrir caminhos, e saúde por ser uma necessidade e um direito essencial para o ser humano.

RF: Você acredita que o envolvimento de atletas e de artistas em questões socioambientais ajude a estimular o engajamento das pessoas?

Cafu: Com certeza ajuda, mas acredito que isso não seja o suficiente. É legal que as pessoas tenham um modelo, alguém em quem possam se inspirar, alguém que as motive a fazer algo em favor dos outros. Mas quando isso é feito apenas na empolgação, apenas para repetir o ato do ídolo, acaba se perdendo com o tempo. É preciso que, além da admiração pelo ídolo, haja comprometimento com a causa, com a instituição.

Por Paula Craveiro
Revista Filantropia nº 75

Eleições CNAS 2016

Estão abertas as inscrições para os novos representantes da sociedade civil no CNAS

Os interessados em concorrer às três vagas de conselheiros titulares no Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS) têm até o dia 2 de março de 2016 para se inscreverem. Podem concorrer representantes das organizações da sociedade civil ou organizações de usuários, entidades e organizações de assistência social e de trabalhadores do Sistema Único de Assistência Social (Suas).

Para se inscreverem, os interessados devem ser de âmbito nacional, ou seja: no caso de entidade ou organização de assistência social, é preciso que esta desenvolva suas atividades há dois anos em pelo menos dois estados; para as organizações de usuários, a exigência é que atuem em pelo menos dois estados; para os representantes dos usuários da assistência social, o requisito é que tenham atividades em pelo menos dois municípios; e para as entidades e organizações de trabalhadores do Suas, exige-se atuação há, no mínimo, dois anos em duas regiões geográficas e em pelo mesmo cinco estados.

Para efetivar a inscrição, a documentação necessária para a habilitação, conforme consta no link http://www.mds.gov.br/cnas/eleicao-cnas-2016-2018/resolucao-cnas-14-07-12-2015.pdf/, deve ser enviada para:

Conselho Nacional de Assistência Social / Comissão Eleitoral – Eleição 2016
A/C Secretaria Executiva do CNAS
Esplanada dos Ministérios – Bloco F
Edifício Anexo – Ala A, 1º andar, sala 121
CEP 70059-900
Brasília/DF

Novos integrantes

Em 6 de maio de 2016 serão eleitos, em assembleia, três novos conselheiros titulares (candidatos com maior quantidade de votos, na ordem de classificação por segmento) e três suplentes, que desempenharão suas funções durante o período de dois anos (gestão 2016–2018). A posse dos novos integrantes ocorrerá até 7 de junho. Todo o processo eleitoral é fiscalizado pelo Ministério Público Federal.

No total, o CNAS é composto por 18 membros, sendo 9 representantes governamentais, indicados pelo presidente da República, e 9 da sociedade civil.

Conselho Nacional de Assistência Social

O CNAS foi instituído pela Lei Orgânica da Assistência Social (Loas – Lei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993) como órgão superior de deliberação colegiada, vinculado ao Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). O CNAS normatiza as ações e regula a prestação de serviços de natureza pública e privada no campo da assistência social, aprecia e aprova a proposta orçamentária da assistência social a ser encaminhada pelo MDS, e aprova a Política Nacional de Assistência Social.

http://www.mds.gov.br/cnas

Boletim Filantropia Informa
23/02/2016
por Paula Craveiro